Mundo
OMS. Hantavírus e ébola "são as crises mais recentes no mundo conturbado"
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, avisou hoje que o recente surto de hantavírus e a epidemia de ébola "são as crises mais recentes no mundo conturbado".
"Desde os conflitos às crises económicas, passando pelas alterações climáticas e a redução da ajuda internacional... vivemos uma época difícil, perigosa e fonte de divisões", alertou Ghebreyesus, na abertura da 79.ª Assembleia Mundial de Saúde, que decorre até sábado na cidade suíça de Genebra.
Segundo Ghebreyesus, o recente surto de hantavírus no navio de cruzeiro Hondius, que causou três mortos e infetou vários passageiros e tripulantes, e a epidemia de ébola na República Democrática do Congo, que já matou mais de 80 pessoas, "são as crises mais recentes no mundo conturbado".
Convidado especial da sessão, o presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez, enfatizou que "proteger os outros é a melhor forma de proteger as próprias sociedades", tendo sido aplaudido pelos delegados dos países-membros da OMS.
Espanha aceitou acolher na ilha de Tenerife, em 10 de maio, o navio Hondius para permitir a retirada de mais de 120 pessoas que estavam a bordo.
"No nosso tempo, defender o bom senso tornou-se uma forma de rebeldia, porque há uma pandemia que ninguém quer conter: a pandemia do egoísmo", afirmou Sánchez.
A 79.ª Assembleia Mundial de Saúde ocorre após um ano difícil para a OMS, fragilizada por cortes financeiros e pela decisão do Presidente norte-americano, Donald Trump, de retirar os Estados Unidos da organização.
Segundo Ghebreyesus, o recente surto de hantavírus no navio de cruzeiro Hondius, que causou três mortos e infetou vários passageiros e tripulantes, e a epidemia de ébola na República Democrática do Congo, que já matou mais de 80 pessoas, "são as crises mais recentes no mundo conturbado".
Convidado especial da sessão, o presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez, enfatizou que "proteger os outros é a melhor forma de proteger as próprias sociedades", tendo sido aplaudido pelos delegados dos países-membros da OMS.
Espanha aceitou acolher na ilha de Tenerife, em 10 de maio, o navio Hondius para permitir a retirada de mais de 120 pessoas que estavam a bordo.
"No nosso tempo, defender o bom senso tornou-se uma forma de rebeldia, porque há uma pandemia que ninguém quer conter: a pandemia do egoísmo", afirmou Sánchez.
A 79.ª Assembleia Mundial de Saúde ocorre após um ano difícil para a OMS, fragilizada por cortes financeiros e pela decisão do Presidente norte-americano, Donald Trump, de retirar os Estados Unidos da organização.