Mundo
Operação policial no Rio faz oito mortos, incluindo um barão da droga
Pelo menos oito pessoas morreram na quarta-feira durante uma operação policial no Rio de Janeiro, incluindo um dos chefes de uma rede de narcotráfico mais procurados do Brasil, segundo a polícia.
Cerca de 150 polícias do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), uma unidade de elite da polícia local, foram mobilizados de madrugada em várias favelas da zona turística de Santa Teresa, perto do centro da cidade.
Cláudio Augusto dos Santos, de 55 anos, procurado por oito mandados de detenção, incluindo por tráfico de droga e homicídio, foi morto num tiroteio, explicou o chefe da Polícia Militar do Rio, Marcelo Menezes Nogueira, em conferência de imprensa.
Era considerado pelas autoridades uma figura importante do Comando Vermelho, CV, uma das mais poderosas facções criminosas do Brasil.
Outros seis suspeitos foram também mortos pela polícia. A oitava morte, confirmada pelas autoridades, foi a de um morador local feito refém em sua casa com a mulher por indivíduos que fugiam da polícia, informou um agente da polícia. Durante as negociações com a polícia, os sequestradores abriram fogo e o homem foi atingido na cabeça. A sua esposa sobreviveu.
Em represália pela operação policial, um autocarro foi incendiado numa importante via do centro do Rio.
"Entraram, mandaram-me tirar os passageiros e incendiaram o autocarro. Tudo aconteceu muito rápido", disse à AFP o motorista, Márcio Souza, visivelmente abalado pela experiência "horrível".
Outros autocarros foram colocados em algumas ruas para servirem de barricadas, criando o caos no trânsito intenso.
A polícia atribuiu estes atos ao gangue CV.
No final de 2025, este gangue foi alvo da operação policial mais sangrenta da história do Brasil. Mais de 120 pessoas foram mortas em outubro durante uma grande operação em dois complexos de favelas do Rio.
Na quarta-feira, a polícia realizou outra grande operação contra o crime organizado em 15 estados brasileiros, visando o tráfico de armas, o tráfico de droga e o branqueamento de capitais.
Segundo relatos dos meios de comunicação social, o Governo do presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva está a tentar persuadir os Estados Unidos a não designarem o Cartel de Vigilância (CV) ou outra fação, o Primeiro Comando da Capital (PCC), como organizações terroristas.
A administração Trump já designou vários cartéis de droga na América Latina como organizações terroristas e está a realizar operações contra embarcações suspeitas de tráfico de droga nas Caraíbas e no Pacífico.
c/agências
Cláudio Augusto dos Santos, de 55 anos, procurado por oito mandados de detenção, incluindo por tráfico de droga e homicídio, foi morto num tiroteio, explicou o chefe da Polícia Militar do Rio, Marcelo Menezes Nogueira, em conferência de imprensa.
Era considerado pelas autoridades uma figura importante do Comando Vermelho, CV, uma das mais poderosas facções criminosas do Brasil.
Outros seis suspeitos foram também mortos pela polícia. A oitava morte, confirmada pelas autoridades, foi a de um morador local feito refém em sua casa com a mulher por indivíduos que fugiam da polícia, informou um agente da polícia. Durante as negociações com a polícia, os sequestradores abriram fogo e o homem foi atingido na cabeça. A sua esposa sobreviveu.
Em represália pela operação policial, um autocarro foi incendiado numa importante via do centro do Rio.
"Entraram, mandaram-me tirar os passageiros e incendiaram o autocarro. Tudo aconteceu muito rápido", disse à AFP o motorista, Márcio Souza, visivelmente abalado pela experiência "horrível".
Outros autocarros foram colocados em algumas ruas para servirem de barricadas, criando o caos no trânsito intenso.
A polícia atribuiu estes atos ao gangue CV.
No final de 2025, este gangue foi alvo da operação policial mais sangrenta da história do Brasil. Mais de 120 pessoas foram mortas em outubro durante uma grande operação em dois complexos de favelas do Rio.
Na quarta-feira, a polícia realizou outra grande operação contra o crime organizado em 15 estados brasileiros, visando o tráfico de armas, o tráfico de droga e o branqueamento de capitais.
Segundo relatos dos meios de comunicação social, o Governo do presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva está a tentar persuadir os Estados Unidos a não designarem o Cartel de Vigilância (CV) ou outra fação, o Primeiro Comando da Capital (PCC), como organizações terroristas.
A administração Trump já designou vários cartéis de droga na América Latina como organizações terroristas e está a realizar operações contra embarcações suspeitas de tráfico de droga nas Caraíbas e no Pacífico.
c/agências