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Pentágono. BYD, Baidu e Alibaba estão a auxiliar forças armadas da China
Os EUA divulgaram esta segunda-feira uma lista atualizada de empresas chinesas que, segundo eles, estão a auxiliar as forças armadas de Pequim, incluindo o grupo de comércio eletrónico Alibaba, o fornecedor de pesquisa na Internet Baidu e a fabricante automóvel BYD.
O Pentágono tinha publicado brevemente uma lista atualizada em fevereiro, mas retirou-a posteriormente. A lista divulgada esta segunda-feira contém muitas das empresas que foram adicionadas em fevereiro.
Outras empresas adicionadas incluem a empresa de biotecnologia WuXi AppTec e a empresa de robótica com inteligência artificial RoboSense Technology Co. Ltd.
Embora a lista do Pentágono não imponha formalmente sanções às empresas chinesas, uma nova lei impedirá o Departamento da Defesa, nos próximos anos, de contratar e adquirir produtos ou serviços a empresas que constem da lista.
A inclusão na lista envia também uma mensagem aos fornecedores do Pentágono e a outras agências do governo norte-americano sobre a opinião das Forças Armadas dos EUA relativamente a estas empresas, algumas das quais processaram os Estados Unidos pela sua inclusão.
Outras empresas adicionadas incluem a empresa de biotecnologia WuXi AppTec e a empresa de robótica com inteligência artificial RoboSense Technology Co. Ltd.
A BYD (Build Your Dreams) é uma empresa multinacional chinesa de fabrico e líder mundial no fabrico de veículos elétricos (BEV) e híbridos plug-in (PHEV), que tem estado a invadir o mercado europeu em concorrência direta com a indústria automóvel europeia.
O Alibaba Group é um gigantesco conglomerado multinacional chinês de tecnologia, especializado em comércio eletrónico, retalho, computação em nuvem e inteligência artificial.
O Baidu é um serviço gratuito de tradução automática multilingue, desenvolvido pela gigante tecnológica chinesa Baidu. É amplamente considerado a principal alternativa ao Google Translate na China.
A inclusão na lista envia também uma mensagem aos fornecedores do Pentágono e a outras agências do governo norte-americano sobre a opinião das Forças Armadas dos EUA relativamente a estas empresas, algumas das quais processaram os Estados Unidos pela sua inclusão.