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Polícia municipal e segurança pública do México vão ser responsabilizadas pelo caso Iguala
A Procuradoria Geral da República no México deverá responsabilizar o secretário da Segurança Pública de Guerrero, depois de ter sido encontrada uma vala comum com os restos mortais de 28 pessoas, num local próximo de onde desapareceram 43 estudantes universitários após confrontos com a polícia, nos dias 26 e 27 de setembro.
Depois de, no último sábado, terem sido encontrados restos mortais numa fossa, em Iguala, no Estado de Guerrero, México, as autoridades estatais procuram atribuir responsabilidades enquanto ainda não foram identificados os 28 corpos encontrados.
O jornal mexicano Milenio indica que, para além da polícia local, também o Ministerio da Segurança Pública deverá ser chamado a responder caso se confirme o crime, devido à integração de toda a polícia num regime de controlo único.
A vala comum foi encontrada no passado sábado, dia 6 de outubro, localizada em Iguala, numa zona muito próxima do local onde decorreram protestos pela igualdade de oportunidades no acesso às Universidades, entre os dias 26 e 27 de setembro. Desse levantamento popular resultaram três mortes já confirmadas e ainda o desaparecimento de 43 estudantes da Universidade Rural para Normalistas de Ayotzinaga.
Dias antes dos protestos e da macabra descoberta, Jesús Martinez, secretário da Segurança Pública, afirmava que o esquema único de segurança entraria em funcionamento no início de outubro.
Guerrero é um dos Estados mais pobres e problemáticos do México, com grande aparato policial e um dos maiores índices de homicídios do país.
O jornal mexicano Milenio indica que, para além da polícia local, também o Ministerio da Segurança Pública deverá ser chamado a responder caso se confirme o crime, devido à integração de toda a polícia num regime de controlo único.
A vala comum foi encontrada no passado sábado, dia 6 de outubro, localizada em Iguala, numa zona muito próxima do local onde decorreram protestos pela igualdade de oportunidades no acesso às Universidades, entre os dias 26 e 27 de setembro. Desse levantamento popular resultaram três mortes já confirmadas e ainda o desaparecimento de 43 estudantes da Universidade Rural para Normalistas de Ayotzinaga.
Dias antes dos protestos e da macabra descoberta, Jesús Martinez, secretário da Segurança Pública, afirmava que o esquema único de segurança entraria em funcionamento no início de outubro.
Guerrero é um dos Estados mais pobres e problemáticos do México, com grande aparato policial e um dos maiores índices de homicídios do país.