Mundo
Preso desde 2022. Libertado mais um luso-venezuelano
Portugal saúda a libertação do luso-venezuelano Héctor Ferreira Domingues, detido desde setembro de 2022. O Governo expressa profunda solidariedade à família neste reencontro tão aguardado.
O Governo português diz que continuará a trabalhar, discreta mas activamente, pela libertação dos presos políticos que ainda estão detidos na Venezuela.
"Portugal (...) expressa profunda solidariedade à família neste reencontro tão aguardado", realçou o Ministério dos Negócios Estrangeiros, numa nota na rede social X.
"O Governo português continuará a trabalhar, discreta mas ativamente, pela libertação dos presos políticos que ainda estão detidos na Venezuela", pode ler-se ainda.
Em fevereiro, a organização não governamental Foro Penal (FP), que lidera a defesa jurídica dos presos políticos na Venezuela, divulgou um alerta na Internet que pedia libertação de Héctor Mário Ferreira Domingues, um empresário luso-venezuelano, detido "durante uma rusga à fábrica de uniformes que dirigia em Caracas".
Citando as autoridades venezuelanas, a FP explicou que a detenção se baseou na declaração de um "patriota cooperante anónimo", que afirmou que a empresa teria realizado supostas negociações com a empresa Monómeros Colombo Venezolanos S.A. (filial da estatal venezuelana Pequiven na Colômbia) para a venda de materiais que supostamente se destinariam à Assembleia Nacional.
A FP denunciou também que "no dia seguinte à sua detenção e à rusga, as forças de segurança tomaram a empresa e continuaram a trabalhar lá, o que, segundo a família e a sua defesa, sugere que a intenção por detrás da operação era tomar posse da empresa".
Fontes da comunidade lusa local disseram na altura à Agência Lusa que o que aconteceu com o empresário foi reportado às autoridades portuguesas, pouco depois de Ferreira Domingues ter sido detido.
c/ Lusa
"O Governo português continuará a trabalhar, discreta mas ativamente, pela libertação dos presos políticos que ainda estão detidos na Venezuela", pode ler-se ainda.
Portugal saúda a libertação do luso-venezuelano Héctor Ferreira Domingues, detido desde setembro de 2022. Expressa profunda solidariedade à família neste reencontro tão aguardado.
— Negócios Estrangeiros PT (@nestrangeiro_pt) April 21, 2026
O Governo português continuará a trabalhar, discreta mas activamente, pela libertação dos presos…
Em fevereiro, a organização não governamental Foro Penal (FP), que lidera a defesa jurídica dos presos políticos na Venezuela, divulgou um alerta na Internet que pedia libertação de Héctor Mário Ferreira Domingues, um empresário luso-venezuelano, detido "durante uma rusga à fábrica de uniformes que dirigia em Caracas".
Citando as autoridades venezuelanas, a FP explicou que a detenção se baseou na declaração de um "patriota cooperante anónimo", que afirmou que a empresa teria realizado supostas negociações com a empresa Monómeros Colombo Venezolanos S.A. (filial da estatal venezuelana Pequiven na Colômbia) para a venda de materiais que supostamente se destinariam à Assembleia Nacional.
A FP denunciou também que "no dia seguinte à sua detenção e à rusga, as forças de segurança tomaram a empresa e continuaram a trabalhar lá, o que, segundo a família e a sua defesa, sugere que a intenção por detrás da operação era tomar posse da empresa".
Fontes da comunidade lusa local disseram na altura à Agência Lusa que o que aconteceu com o empresário foi reportado às autoridades portuguesas, pouco depois de Ferreira Domingues ter sido detido.
c/ Lusa