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Reino Unido. Polícia abre investigação por homicídio após morte de antiga deputada
A polícia britânica anunciou na sexta-feira a abertura de uma investigação de homicídio após a descoberta do corpo de Ann Widdecombe. A antiga deputada foi encontrada morta na passada quinta-feira com "ferimentos graves". Um homem de 26 anos foi detido esta sexta-feira por suspeita de homicídio.
Na quinta-feira, a ex-deputada de 78 anos foi encontrada morta em sua casa em Dartmoor, Devon, com evidência de "ferimentos graves". Já esta sexta-feira, a polícia local confirmou a abertura de uma investigação por homicídio após a “morte suspeita”.
Em conferência de imprensa, o vice-chefe da polícia, Matt Longman, indicou que foi detido um cidadão britânico de 26 anos em ligação com este caso.
Segundo este responsável, não havia até ao momento “nenhuma informação” que sugerisse a possibilidade de um crime “com motivações políticas" ou ligado a terrorismo e que era ainda cedo para afirmar se o suspeito conhecia Widdecombe.
Ann Widdecombe foi deputada pelo Partido Conservador entre 1987 e 2010 e secretária de Estado para as Prisões de 1995 a 1997. Acérrima defensora do Brexit, a ex-deputada juntou-se ao partido de Nigel Farage, tendo sido eleita eurodeputada pelo Partido do Brexit em 2019 e 2020.
Já em 2023, abandonou os tories para se alistar no Reform UK, onde foi porta-voz para questões de Imigração e Justiça.
Na reação à morte de Ann Widdecombe, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer considerou o caso como “verdadeiramente chocante”. Kemi Badenoch, líder do Partido Conservador, disse estar “atónita” com uma “horrível” tragédia.
Nigel Farage, que há poucos dias renunciou ao cargo de deputado pelo Reform UK, considerou que Widdecombe "desempenhou um papel fundamental na concretização do Brexit e vai fazer muita falta”.
Em conferência de imprensa, o vice-chefe da polícia, Matt Longman, indicou que foi detido um cidadão britânico de 26 anos em ligação com este caso.
Segundo este responsável, não havia até ao momento “nenhuma informação” que sugerisse a possibilidade de um crime “com motivações políticas" ou ligado a terrorismo e que era ainda cedo para afirmar se o suspeito conhecia Widdecombe.
Ann Widdecombe foi deputada pelo Partido Conservador entre 1987 e 2010 e secretária de Estado para as Prisões de 1995 a 1997. Acérrima defensora do Brexit, a ex-deputada juntou-se ao partido de Nigel Farage, tendo sido eleita eurodeputada pelo Partido do Brexit em 2019 e 2020.
Já em 2023, abandonou os tories para se alistar no Reform UK, onde foi porta-voz para questões de Imigração e Justiça.
Na reação à morte de Ann Widdecombe, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer considerou o caso como “verdadeiramente chocante”. Kemi Badenoch, líder do Partido Conservador, disse estar “atónita” com uma “horrível” tragédia.
Nigel Farage, que há poucos dias renunciou ao cargo de deputado pelo Reform UK, considerou que Widdecombe "desempenhou um papel fundamental na concretização do Brexit e vai fazer muita falta”.