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Sismo em Itália provoca 150 mortos e 1.500 feridos

Sismo em Itália provoca 150 mortos e 1.500 feridos

Um violento terramoto atingiu na última madrugada a região de Abruzzo, no centro da Itália. A mais recente actualização aponta para 150 vítimas mortais, 1.500 feridos e 50 mil desalojados. O terramoto atingiu 26 localidades e as autoridades registaram mais de 200 réplicas. As declarações de condolências e ofertas de auxílio chegam de todo o mundo.

RTP /
Autoridades esperam que se registem novas réplicas Ettore Ferrari, EPA

O Papa Bento XVI, o secretário-geral da ONU, o presidente da Comissão Europeia, os presidentes dos EUA e da Rússia, assim como os Chefes de Estado e de Governo de vários países europeus (Alemanha, França, Grã-Bretanha, Grécia, Suíça, Croácia, Bulgária e Portugal), entre outros, apresentaram condolências e disponibilizaram-se para enviar ajuda às autoridades italianas.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil manifestou possibilidade de enviar para a localidade italiana uma equipa de 49 pessoas. Contudo, a Protecção Civil italiana referiu, de momento, "não precisar da ajuda de países estrangeiros".

O primeiro-ministro italiano cancelou uma viagem a Moscovo e decretou o estado de emergência. Na região atingida estão a viver nove jovens portugueses, estudantes do programa Erasmus. Caíram as casas onde viviam, mas estão todos bem.

O sismo foi de magnitude 6.3 na escala de Richter e teve epicentro a 110 quilómetros de Roma, perto da cidade medieval de L'Aquila. A localização do epicentro, próximo da cidade de 68 mil habitantes, explica o grau de destruição.

Com inúmeros edifícios em risco de ruína, as equipas de emergência concentraram-se nas operações de busca e salvamento.

O abalo principal ocorreu às 330 locais (2h30 em Lisboa) e "cerca de 200 réplicas de menor intensidade" foram registadas de seguida, confirmou o presidente honorário da Comissão para os riscos naturais.

"É pouco provável que ainda se tregistem réplicas de forte intensidade, mas não podemos excluir" essa hipótese, comenta Franco Barberi, que espera antes por mais réplicas de fraca intensidade.

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