Sobe para 107 número de portugueses e lusodescendentes mortos

Sobe para 107 número de portugueses e lusodescendentes mortos

O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 107 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

Lusa / Adicionar como fonte informativa
Ronald Pena R - EPA

Entre os 107 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 91 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 19 crianças e 88 adultos, indicou o MNE.

O anterior balanço contabilizava 104 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis.

No total, o número de mortos subiu na quinta-feira para 3.899, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.

Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.

Os Estados Unidos da América (EUA) destinaram, até ao momento, mais de 386 milhões de dólares (cerca de 377 milhões de euros) em ajuda humanitária, informou o Departamento de Estado.

Relativamente a Portugal, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, iniciou na quarta-feira uma visita de quatro dias ao país e anunciou hoje que a companhia aérea TAP vai retomar, em 13 de julho, os voos de e para a Venezuela, utilizando o Aeroporto Arturo Michelena de Valência, a 170 quilómetros a oeste de Caracas.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

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