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Somos todos filhos e filhas das estrelas

Somos todos filhos e filhas das estrelas

O consultor científico sénior para a Ciência e Exploração Robótica na Agência Espacial Europeia (ESA) Mark McCaughrean passou por Portugal e conversou com o online da RTP sobre o universo. Como somos feitos e como chegámos até aqui: histórias que surpreendem.

Nuno Patrício, RTP /
Foto: Pedro A. Pina, RTP Online

O astrónomo da ESA Mark McCaugheran, doutorado pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, é o responsável pela comunicação com os cientistas e com público dos principais resultados em ciência espacial, mas a sua principal vocação é estudar novos corpos celestes que os programas espaciais da ESA vão dando a conhecer.



Créditos das imagens: NASA/JPL, ESA e Reuters

O universo nasceu há cerca de 13,8 mil milhões de anos. Estrelas recém-nascidas ou elementos químicos estelares são temas que, em conjunto, dão o contexto ao universo que hoje conhecemos.

McCaughrean explica que, por cada descoberta nova, o universo oferece milhares de outras ainda mais surpreendentes. É o caso do mais recente achado cientifico, feito por 41 astrónomos internacionais liderados pelo português Tiago Campante. Esta equipa descobriu um sistema solar composto por cinco exoplanetas com mais de 11 mil milhões de anos.



Descrições planetárias que faziam parte da ficção, mas que são agora reais, dadas como provadas pelos programas espaciais Kepler e Gaia, da ESA. No futuro, com o programa Plato, também da Agência Espacial Europeia, os cientistas e investigadores espaciais poderão obter mais e melhores dados sobre o universo.

O consultor científico da ESA disse ao online da RTP que se agora olhamos para o espaço é porque queremos saber qual é a nossa origem.



Descendentes das estrelas, diz MarkCaughrean, seres compostos de matéria espacial que nos torna filhos e filhas de um universo que ainda tem muito para ensinar.
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