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Sudão. Guerra no Médio Oriente agrava a pior crise humanitária do mundo
A guerra no Sudão entrou no terceiro ano sem sinais de resolução.
Desde o início dos confrontos entre as forças do general Abdel Fattah al-Burhan e o líder paramilitar Mohamed Hamdan Dagalo, milhões de civis foram empurrados para uma situação de extrema vulnerabilidade.
A resposta internacional tem sido limitada, marcada por financiamento insuficiente, falta de pressão diplomática eficaz, baixa cobertura mediática global %u2014 quando comparada com outros conflitos %u2014 e dificuldades logísticas e de segurança no terreno.
Os números reais podem ser significativamente mais elevados devido à falta de registo no terreno. Após três anos de guerra no Sudão, as estimativas apontam para cerca de 150 mil mortos e quase 10 milhões de deslocados.