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Timor-Leste. Somotxo candidato à presidência da Fretilin
O deputado e veterano José Somotxo revelou que vai disputar a liderança da Fretilin, maior partido timorense, afirmando que o faz "por honra" e "procurando responder a um chamamento" de quadros e militantes do partido.
"Como em 1975 fui chamado para lutar em defesa da liberdade e da democracia em Timor-Leste, agora vários quadros e militantes consideram que ainda tenho alguma coisa a contribuir. Este é o chamamento que estou a receber dos quadros", disse.
Veterano de 24 anos de luta na frente armada - é o único a par do atual presidente da República, Francisco Guterres Lú-Olo, no Comité Central da Fretilin - Somotxo vai apresentar-se com Rui Araújo, ex-primeiro-ministro, num "pacote" de candidatura aos cargos de presidente e secretário-geral da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin).
"Em Timor-Leste parece que os militantes e quadros de todos os partidos confiam só em uma ou duas figuras políticas que repetidamente estão ali à frente. Da parte da Fretilin, é tempo para mudar", afirmou.
"Trata-se de levar o partido em frente porque se insistirmos sempre na mesma coisa estaremos a querer afundar e enterrar o partido. Em todas as revoluções tem que estar o rei para começar a revolução. Não começa só quando morre o rei", disse.
Ex-ministro da Defesa e Segurança e deputado desde 2018, José Agostinho Sequeira, Somotxo, que em junho fez 62 anos, é natural de Lore, em Lautem, na ponta leste do país, e um dos redutos mais fortes da Fretilin.
"Perante a situação atual, cabe-nos assumir responsabilidades e unir forças para combater a covid-19 e manter a segurança interna do país e a estabilidade política", disse.
Somotxo sublinha que se apresenta ao cargo não por ambição pessoal, mas para responder ao "chamamento" de muitos do partido, afirmando que assume o desafio, primeiro a pensar "nos que já não estão, e honrando os heróis da Fretilin".
O desafio da dupla Somotxo-Araújo ocorre numa altura de incerteza sobre quando será marcado o congresso do partido - deveria decorrer em outubro, cinco anos depois do anterior - e quando a Fretilin enfrenta alguns desafios internos.
Veterano de 24 anos de luta na frente armada - é o único a par do atual presidente da República, Francisco Guterres Lú-Olo, no Comité Central da Fretilin - Somotxo vai apresentar-se com Rui Araújo, ex-primeiro-ministro, num "pacote" de candidatura aos cargos de presidente e secretário-geral da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin).
"Em Timor-Leste parece que os militantes e quadros de todos os partidos confiam só em uma ou duas figuras políticas que repetidamente estão ali à frente. Da parte da Fretilin, é tempo para mudar", afirmou.
"Trata-se de levar o partido em frente porque se insistirmos sempre na mesma coisa estaremos a querer afundar e enterrar o partido. Em todas as revoluções tem que estar o rei para começar a revolução. Não começa só quando morre o rei", disse.
Ex-ministro da Defesa e Segurança e deputado desde 2018, José Agostinho Sequeira, Somotxo, que em junho fez 62 anos, é natural de Lore, em Lautem, na ponta leste do país, e um dos redutos mais fortes da Fretilin.
"Perante a situação atual, cabe-nos assumir responsabilidades e unir forças para combater a covid-19 e manter a segurança interna do país e a estabilidade política", disse.
Somotxo sublinha que se apresenta ao cargo não por ambição pessoal, mas para responder ao "chamamento" de muitos do partido, afirmando que assume o desafio, primeiro a pensar "nos que já não estão, e honrando os heróis da Fretilin".
O desafio da dupla Somotxo-Araújo ocorre numa altura de incerteza sobre quando será marcado o congresso do partido - deveria decorrer em outubro, cinco anos depois do anterior - e quando a Fretilin enfrenta alguns desafios internos.