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"Todas as precauções estão a ser tomadas" para desembarque de passageiros e tripulantes de MV Hondius
Está uma operação montada em Tenerife para receber, na madrugada de domingo, o navio onde surgiram casos de hantavírus. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde já está na ilha espanhola e assegurou, juntamente com o Governo de Espanha, que está tudo pronto.
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde voltou a afirmar, esta noite em Tenerife, que o risco de contágio é baixo.
O responsável, que vai coordenar no terreno o desembarque dos passageiros e tripulantes do MV Hondius, diz que tudo está a ser feito para minimizar qualquer risco.
"Isto não é o Covid", voltou a lembrar Tedros Ghebreyesus, repetindo também que o "risco para a população local é baixo".
Para além de ser uma doença diferente, garantiu o diretor-geral da OMS, "o Governo espanhol tomou todas as medidas para evitar qualquer problema".
Para além de ser uma doença diferente, garantiu o diretor-geral da OMS, "o Governo espanhol tomou todas as medidas para evitar qualquer problema".
Na mesma conferência de imprensa, a ministra da Saúde de Espanha afirmou que tudo está a postos para receber dentro de algumas horas o MV Hondius, em Tenerife.
Nenhuma das pessoas a bordo apresenta sintomas de doença por Hantavirus e a mulher espanhola que viajou com uma outra que veio a falecer acabou de testar negativo.
"Os cidadãos espanhóis serão os primeiros a ser retirados", admitiu Mónica Garcia, explicando que serão "levados para o hospital Gómez Ulla", onde está previsto que sejam realizado "todos os diagnósticos, todas as análises e onde terão de passar o período de quarentena".
Cidadão português seguirá no navio "MV Hondius" até aos Países Baixos
O cidadão português que está no navio com casos de hantavírus é um dos membros da tripulação que seguirá no "MV Hondius" até aos Países Baixos, sem ser repatriado a partir das Canárias, disseram hoje as autoridades portuguesas.
A Direção-Geral da Saúde disse na sexta-feira não ter conhecimento de qualquer ocupante do cruzeiro que quisesse ser recebido em Portugal e que o repatriamento das pessoas a bordo será feito para os países de residência.
Numa resposta a perguntas da agência Lusa, a DGS sublinhou que a única pessoa com nacionalidade portuguesa a bordo do navio, um elemento da tripulação, não reside em Portugal.
Estão no "MV Hondius", que esteve de quarentena em Cabo Verde, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).
O barco deverá chegar à ilha de Tenerife, no arquipélago espanhol das Canárias, na próxima madrugada.
Desembarcarão nas Canárias mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto de Tenerife, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).
C/Lusa
Nenhuma das pessoas a bordo apresenta sintomas de doença por Hantavirus e a mulher espanhola que viajou com uma outra que veio a falecer acabou de testar negativo.
"Os cidadãos espanhóis serão os primeiros a ser retirados", admitiu Mónica Garcia, explicando que serão "levados para o hospital Gómez Ulla", onde está previsto que sejam realizado "todos os diagnósticos, todas as análises e onde terão de passar o período de quarentena".
Cidadão português seguirá no navio "MV Hondius" até aos Países Baixos
O cidadão português que está no navio com casos de hantavírus é um dos membros da tripulação que seguirá no "MV Hondius" até aos Países Baixos, sem ser repatriado a partir das Canárias, disseram hoje as autoridades portuguesas.
A Direção-Geral da Saúde disse na sexta-feira não ter conhecimento de qualquer ocupante do cruzeiro que quisesse ser recebido em Portugal e que o repatriamento das pessoas a bordo será feito para os países de residência.
Numa resposta a perguntas da agência Lusa, a DGS sublinhou que a única pessoa com nacionalidade portuguesa a bordo do navio, um elemento da tripulação, não reside em Portugal.
Estão no "MV Hondius", que esteve de quarentena em Cabo Verde, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).
O barco deverá chegar à ilha de Tenerife, no arquipélago espanhol das Canárias, na próxima madrugada.
Desembarcarão nas Canárias mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto de Tenerife, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).
C/Lusa