Mundo
Trump diz que Gronelândia deve estar sob controlo dos EUA
O presidente norte-americano regressou esta terça-feira ao tema da Gronelândia, afirmando que este território deveria ser controlado pelos Estados Unidos e não pela Dinamarca. As declarações foram proferidas à margem de um encontro com o presidente turco, Tayyip Erdogan, numa altura em que Ancara recebe uma cimeira de líderes da NATO.
Donald Trump voltou esta terça-feira a focar atenções na Gronelândia, considerando que este território “deveria estar sob controlo dos Estados Unidos”. As declarações foram proferidas logo após a chegada a Ancara, na Turquia, para uma cimeira da NATO.
"A Gronelândia não ajuda a Dinamarca. A Dinamarca não investe dinheiro para realmente ajudar a Gronelândia, mas é uma parte importante para os Estados Unidos”, argumentou.
Após uma reunião bilateral com o presidente turco, Trump reconheceu, no entanto, que um eventual controlo deste território “prejudicaria” a sua relação com a NATO.
Pouco antes da reunião bilateral, o presidente norte-americano anunciou que Washington decidiu levantar as sanções contra a Turquia, em vigor desde 2000, durante a primeira Administração Trump.
Na altura, foi a resposta norte-americana à compra, por parte de Ancara, de mísseis de defesa S-400 a Moscovo.
É o fim de um irritante já com longa duração entre os dois líderes, Tayyip Erdogan e Donald Trump. O presidente norte-americano admitiu também voltar a incluir a Turquia numa venda de caças F-35, ainda que não explique como vai contornar uma lei do Congresso que proíbe a venda destes aparelhos à Turquia enquanto esta mantiver os sistemas S-400 russos.
"A Turquia tem sido, em muitos aspetos, muito mais leal do que outros países que consideramos leais. ... [O F-35] é um grande avião, é o melhor, atualmente o melhor avião de longe. E é certamente algo que vamos considerar", afirmou Trump.
"A Gronelândia não ajuda a Dinamarca. A Dinamarca não investe dinheiro para realmente ajudar a Gronelândia, mas é uma parte importante para os Estados Unidos”, argumentou.
Após uma reunião bilateral com o presidente turco, Trump reconheceu, no entanto, que um eventual controlo deste território “prejudicaria” a sua relação com a NATO.
Donald Trump enfatizou ainda que a Gronelândia "está rodeada de navios chineses e russos”.
Pouco antes da reunião bilateral, o presidente norte-americano anunciou que Washington decidiu levantar as sanções contra a Turquia, em vigor desde 2000, durante a primeira Administração Trump.
Na altura, foi a resposta norte-americana à compra, por parte de Ancara, de mísseis de defesa S-400 a Moscovo.
É o fim de um irritante já com longa duração entre os dois líderes, Tayyip Erdogan e Donald Trump. O presidente norte-americano admitiu também voltar a incluir a Turquia numa venda de caças F-35, ainda que não explique como vai contornar uma lei do Congresso que proíbe a venda destes aparelhos à Turquia enquanto esta mantiver os sistemas S-400 russos.
"A Turquia tem sido, em muitos aspetos, muito mais leal do que outros países que consideramos leais. ... [O F-35] é um grande avião, é o melhor, atualmente o melhor avião de longe. E é certamente algo que vamos considerar", afirmou Trump.