Mundo
Último balanço do sismo na China aponta para 12 mil mortos
O mais recente balanço das autoridades chinesas dá conta que o forte sismo, de magnitude 7,9 na escala de Richter, que atingiu a província de Sichuan, no Sudoeste do país, provocou 12.000 mortos e milhares de desaparecidos.
O balanço poderá agravar-se à medida que as equipas de socorro se aproximam do epicentro do sismo, no Distrito de Wenchuan, porque todas as estradas ficaram destruídas devido a desabamentos.
O tremor de terra causou o corte de comunicações por telemóvel e Internet e os aeroportos encerraram temporariamente, tendo sido cancelados vários voos desde o Oeste ao Centro da China. Também as três grandes linhas ferroviárias do país ficaram bloqueadas.
Já houve 1800 réplicas
Hoje, em Chengdu, capital da província de Sichuan, foi sentida mais uma réplica que atingiu a magnitude de 6,1 na escala aberta de Richter.
A província de Sichuan tem sido atingida por vários sismos desde segunda-feira, com alguns a atingirem a magnitude de 6,0 na escala de Richter.
Situação é pior do que se pensava
Wen Jiabao, primeiro-ministro chinês, reconheceu que a situação no Sudoeste do país é mais grave do que havia considerado inicialmente.
“A situação é mais grave do que tínhamos considerado inicialmente e temos necessidade de mais pessoas aqui, para nos ajudar”, afirmou Wen Jiabao, na cidade de Dujiangyan, a cem quilómetros do centro do epicentro do sismo.
Pequim aceita auxílio
O Executivo de Pequim anunciou que vai aceitar o auxílio de outros países. Qin Gang, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, afirmou que “muitos países se ofereceram para auxiliar nos trabalhos de socorro”.
Qin Gang não avançou mais pormenores sobre o tipo de ajuda que a China aceitará, assim como se incluirá apenas material de auxílio ou se permitirá a entrada de peritos, referindo que as autoridades chinesas contactarão os países e as organizações relevantes.
A União Europeia, os Estados Unidos, a Austrália e o Japão já se mostraram disponíveis para avançar com equipas de resgate e salvamento.
O tremor de terra causou o corte de comunicações por telemóvel e Internet e os aeroportos encerraram temporariamente, tendo sido cancelados vários voos desde o Oeste ao Centro da China. Também as três grandes linhas ferroviárias do país ficaram bloqueadas.
Já houve 1800 réplicas
Hoje, em Chengdu, capital da província de Sichuan, foi sentida mais uma réplica que atingiu a magnitude de 6,1 na escala aberta de Richter.
A província de Sichuan tem sido atingida por vários sismos desde segunda-feira, com alguns a atingirem a magnitude de 6,0 na escala de Richter.
Situação é pior do que se pensava
Wen Jiabao, primeiro-ministro chinês, reconheceu que a situação no Sudoeste do país é mais grave do que havia considerado inicialmente.
“A situação é mais grave do que tínhamos considerado inicialmente e temos necessidade de mais pessoas aqui, para nos ajudar”, afirmou Wen Jiabao, na cidade de Dujiangyan, a cem quilómetros do centro do epicentro do sismo.
Pequim aceita auxílio
O Executivo de Pequim anunciou que vai aceitar o auxílio de outros países. Qin Gang, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, afirmou que “muitos países se ofereceram para auxiliar nos trabalhos de socorro”.
Qin Gang não avançou mais pormenores sobre o tipo de ajuda que a China aceitará, assim como se incluirá apenas material de auxílio ou se permitirá a entrada de peritos, referindo que as autoridades chinesas contactarão os países e as organizações relevantes.
A União Europeia, os Estados Unidos, a Austrália e o Japão já se mostraram disponíveis para avançar com equipas de resgate e salvamento.