Mundo
Von der Leyen exige investimento na defesa mas não relaxa dívida pública
A presidente da Comissão Europeia avisa que o plano para rearmar a Europa permite um défice maior para os países que investirem em defesa, mas que isso não significa que as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento não tenham que ser cumpridas, como a da dívida pública. Ursula von der Leyen admite que os casos têm que ser analisados país a país, advogando contudo que é necessário desenvolver a industria de defesa europeia.
Foto: Olivier Matthys - EPA
A presidente da Comissão Europeia congratulou-se com o facto de as propostas que apresentou no plano para rearmar a Europa tenham sido aceites com unanimidade por todos os chefes de Estado e de Governo dos 27.
Ursula von der Leyen chamou os jornalistas para um balanço dos cem dias de comissão e disse que há um sentido de urgência na questão da defesa o que implica decisões e passos em frente sem hesitações.
Ursula von der Leyen chamou os jornalistas para um balanço dos cem dias de comissão e disse que há um sentido de urgência na questão da defesa o que implica decisões e passos em frente sem hesitações.