60 anos da Ponte 25 de Abril. Histórias que não se veem

60 anos da Ponte 25 de Abril. Histórias que não se veem

RTP |
Ponte 25 de Abril
60 anos da Ponte 25 de Abril
Histórias que não se veem

Filipe Alexandre Gonçalves (Jornalista), Nuno Patrício (Jornalista, Imagem e Edição), Sara Piteira (Multimédia)

60 anos da Ponte 25 de Abril
Histórias que não se veem

Filipe Alexandre Gonçalves (Jornalista), Nuno Patrício (Imagem e Edição), Sara Piteira (Multimédia)

Há pontes que ligam margens e outras que unem histórias.

A 6 de agosto de 1966, às dez e meia da manhã, o hino nacional ecoava sobre o Rio Tejo enquanto os tiros de salva, disparados do Forte de Almada, assinalavam um momento histórico: Era inaugurada a Ponte Salazar.

O país mudou.

A História também.

E a Revolução dos Cravos, em 1974, trouxe um novo nome à ponte: 25 de Abril.

Sessenta anos depois da inauguração, há outras histórias que continuam a ligar muito mais do que as duas margens.

E por isso, juntamos uma cabeleireira, uma jovem turista e um engenheiro. São três protagonistas que à partida parecem não ter nada em comum, mas basta ouvi-los para perceber que há muito mais a uni-los do que a separá-los.

Na espuma dos dias, há histórias, por detrás de uma história, que merecem ser partilhadas. Falam de saudade, de ofício, do quotidiano e dos bastidores daquela que é a terceira ponte do mundo, e a primeira da Europa, com o maior vão central, na categoria de pontes rodoviárias e ferroviárias.

E para conhecer as histórias que não se veem tivemos de andar a pé cerca de 600 metros pelo tabuleiro da ponte, percorrer corredores estreitos, subir escadas, fazer contorcionismo até chegarmos ao topo do Pilar 3, a 192 metros de altura, com o Tejo aos pés.

Esta reportagem conta tudo isto e é, também, um desafio para quem sofre de vertigens e de claustrofobia.

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