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Alegações finais sobre Vale e Azevedo continuam quarta-feira

Alegações finais sobre Vale e Azevedo continuam quarta-feira

As alegações finais do caso Eurorárea, no qual o antigo presidente do Benfica João Vale e Azevedo é arguido, foram hoje interrompidas, prosseguindo às 10:00 de quarta-feira, no Tribunal da Boa Hora, em Lisboa.

Agência LUSA /

Após terem sido apresentados os argumentos do Ministério Público (MP), que pediu quatro anos e seis meses de prisão para Vale e Azevedo, e as alegações dos assistentes do processo, a Euroárea e o Sport Lisboa Benfica, a sessão foi interrompida devido ao impedimento da juíza Ana Peres.

Nas suas longas alegações, o advogado do Benfica, António Marxueta, considerou ter ficado "provado até à exaustão" que o antigo presidente "encarnado" cometeu o crime de peculato, pela apropriação indevida de cinco milhões de euros, e dois crimes de falsificação.

Marxueta referiu que os crimes de falsificação aconteceram na celebração de um primeiro contrato entre o Sport Lisboa e Benfica e a SASPRE e de um segundo contrato entre o Benfica, a SASPRE e a Euroárea, com a intenção de "defraudar os interesses do clube e a apropriar-se de dinheiro para proveito próprio".

No final da sessão, o causídico escusou-se a comentar a pena pedida pelo MP, limitando-se a dizer que o seu objectivo enquanto advogado do assistente Benfica era pedir a condenação de Vale e Azevedo.

Na sessão de quarta-feira, o colectivo de juízes formado por Ana Wiborg, Ana Peres e Simões de Almeida vão ouvir as alegações da advogada de António Leitão, outro arguido do processo e ex-director financeiro do Benfica na gestão de Vale e Azevedo, e de José António Barreiros, advogado do antigo presidente "encarnado".

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