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COVID-19
Alívio de restrições está baseado na "responsabilidade individual". Quarta dose é de "reforço"
O secretário de Estado da Saúde, Lacerda Sales, disse em entrevista à RTP que o alívio das medidas restritivas que foi adoptado em Conselho de Ministros pressupões uma responsabilidade individual de cada cidadão. Exemplo disso é o fim do isolamento profilático dos contactos de alto risco, que implica que haja uma monitorização individual e um contacto com as autoridades de saúde se for caso disso. Lacerda Sales considera haver bons indicadores para que daqui a quarto ou cinco semanas se possa chegar ao nível de mortalidade por covid-19 que permita por fim a todas as medidas restritivas.
Para o responsável do Governo, há aqui uma forte vertente de “confiança e otimismo” perante o percurso dos portugueses em termos de atitude perante a pandemia ao longo de quase dois anos.
EMA ainda em avaliação da quarta dose generalizada
Quanto à dose de reforço, a dita “quarta dose”, recomendada para pessoas com imunodepressão grave, transplantados, pessoas com VIH, doentes oncológicos e outras doenças autoimunes, Lacerda Sales realça que a Agência Europeia do Medicamento ainda está a avaliar a sua utilidade a nível generalizado. Para estes grupos de risco, trata-se de dar mais uma dose de reforço, uma nova hipótese para estas pessoas poderem ganhar maior proteção.