País
Anabela Valente é a nova diretora do Museu do Aljube
Em comunicado divulgado esta sexta-feira, o Conselho de Administração da EGEAC anuncia o nome da sucessora de Rita Rato que, desde 2020, estava à frente deste museu de Lisboa.
Anabela Valente trabalha atualmente na empresa municipal EGEAC, "é antiga vogal do Conselho de Administração do Museu Nacional Ferroviário e anterior coordenadora do Gabinete de Estudos Olissiponenses", de acordo com o comunicado.
A EGEAC informa ainda que Miguel Loureiro, diretor artístico do Teatro São Luiz, "irá acumular funções”, assumindo também a direção artística do Teatro do Bairro Alto.
O afastamento de Rita Rato, antiga deputada do PCP, do Museu do Aljube - Resistência e Liberdade, onde estava desde 2020, bem como de Francisco Frazão, do TBA, tem causado reações inflamadas nas redes sociais. Várias figuras ligadas à cultura têm acusado Carlos Moedas e a Câmara Municipal de Lisboa de saneamento político.
A EGEAC informa ainda que Miguel Loureiro, diretor artístico do Teatro São Luiz, "irá acumular funções”, assumindo também a direção artística do Teatro do Bairro Alto.
O afastamento de Rita Rato, antiga deputada do PCP, do Museu do Aljube - Resistência e Liberdade, onde estava desde 2020, bem como de Francisco Frazão, do TBA, tem causado reações inflamadas nas redes sociais. Várias figuras ligadas à cultura têm acusado Carlos Moedas e a Câmara Municipal de Lisboa de saneamento político.
Hoje mesmo, num artigo de opinião no jornal Público, o antigo diretor do Teatro Nacional D. Maria II, Tiago Rodrigues, afirmou que a saída de Frazão abre a porta à interpretação "de um saneamento político do diretor e de todo o projeto por pressão interna da extrema-direita no município".
No comunicado agora divulgado, a EGEAC acrescenta que "os restantes dirigentes dos equipamentos culturais serão reconduzidos nos respetivos nos cargos".
No passado mês de janeiro, vários profissionais da cultura lançaram uma carta aberta contra uma deputada do Chega na Assembleia Municipal de Lisboa, que pediu "uma cultura de direita", criticando a programação do Teatro do Bairro Alto.
Os subscritores manifestaram "preocupação e indignação" com a intervenção de Margarida Bentes Penedo que acusaram de "censura da programação de um teatro municipal".