País
"Apelo muito veemente". Ministro da Administração Interna pede a portugueses que limpem terrenos
Luís Neves explicou que os trabalhos de desobstrução realizados pelas autoridades ainda vão demorar, pelo que os portugueses devem colaborar limpando os seus terrenos antes da época dos fogos.
O ministro da Administração Interna pediu esta quarta-feira aos portugueses que limpem os seus terrenos e alertou que o trabalho de desobstrução levado a cabo pelos bombeiros, Proteção Civil e GNR ainda “vai levar muito tempo”.
“É a primeira vez que estruturas que estão vocacionadas para o combate estão a trabalhar meses antes na antecipação”, vincou Luís Neves.
“Os bombeiros estão vocacionados para o combate, a Proteção Civil está vocacionada, muitas vezes, para a calamidade. A GNR igual. Portanto, todos estão a sair da sua área de conforto, a dar o seu melhor ao coletivo para poderem limpar e desobstruir”, explicou.
O ministro referiu que este “é um trabalho que vai levar muito tempo a fazer-se” e, por isso, deixou “um apelo muito veemente a todos os portugueses que têm território que é preciso limpar”.
Questionado sobre os prazos de entrada em vigor do novo modelo de organização da Proteção Civil, Luís Neves afirmou que “tudo na vida tem o seu próprio momento”.
“Há de facto um documento que é a espinha dorsal e nós estamos a auscultar [bombeiros e autarcas], mas mesmo que o documento seja aprovado, não é tempo, em cima do período em que vamos entrar, para se fazer qualquer alteração”, afirmou.
“Lá para o outono estaremos preparados para vos comunicar as decisões deste Governo, que terá de ser uma decisão coletiva”, acrescentou. “Tudo o que vier a ser decidido tem sempre um fim na vida pública: o que é melhor para o país”.
“É a primeira vez que estruturas que estão vocacionadas para o combate estão a trabalhar meses antes na antecipação”, vincou Luís Neves.
“Os bombeiros estão vocacionados para o combate, a Proteção Civil está vocacionada, muitas vezes, para a calamidade. A GNR igual. Portanto, todos estão a sair da sua área de conforto, a dar o seu melhor ao coletivo para poderem limpar e desobstruir”, explicou.
O ministro referiu que este “é um trabalho que vai levar muito tempo a fazer-se” e, por isso, deixou “um apelo muito veemente a todos os portugueses que têm território que é preciso limpar”.
Questionado sobre os prazos de entrada em vigor do novo modelo de organização da Proteção Civil, Luís Neves afirmou que “tudo na vida tem o seu próprio momento”.
“Há de facto um documento que é a espinha dorsal e nós estamos a auscultar [bombeiros e autarcas], mas mesmo que o documento seja aprovado, não é tempo, em cima do período em que vamos entrar, para se fazer qualquer alteração”, afirmou.
“Lá para o outono estaremos preparados para vos comunicar as decisões deste Governo, que terá de ser uma decisão coletiva”, acrescentou. “Tudo o que vier a ser decidido tem sempre um fim na vida pública: o que é melhor para o país”.