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Autarcas afetados por fecho de urgências obstétricas querem reunir com partidos no Parlamento

Autarcas afetados por fecho de urgências obstétricas querem reunir com partidos no Parlamento

Os presidentes de câmara abrangidos pelo encerramento de urgências obstétricas, e concentração nas urgências regionais de Almada e Loures, vão solicitar reuniões aos grupos parlamentares na Assembleia da República, procurando sensibilizar para "as consequências negativas" da decisão do Governo.

Lusa /
Foto: António Antunes - RTP

"Fizemos por isso um diagnóstico, quer do território da margem sul, quer do território da margem norte e combinámos, depois de conversar uns com os outros, pedir agora uma reunião em conjunto com os grupos parlamentares na Assembleia da República", afirmou o presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Fernando Paulo Ferreira (PS).

O autarca falava nos Paços do Concelho do município do distrito de Lisboa após uma reunião com homólogos de autarquias da margem norte e sul do Tejo.

Segundo o socialista, essas reuniões pretendem sensibilizar "todos os partidos para as consequências negativas" que a decisão "tem junto da população", nomeadamente da "que fica mais afastada das futuras urgências ditas regionais".

O Governo decidiu encerrar as urgências de ginecologia e obstetrícia no Hospital de Vila Franca de Xira, que serve também os municípios de Azambuja, Arruda dos Vinhos, Alenquer e Benavente, passando os utentes a ser encaminhados para o Hospital Beatriz Ângelo, no concelho de Loures.

No caso da margem sul, os autarcas dos municípios de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal estão contra o encerramento da urgência de obstetrícia e ginecologia do hospital do Barreiro, no âmbito da entrada em funcionamento da nova urgência regional no Hospital Garcia de Orta, em Almada.
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