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Bolseiro da FCT queixa-se da precariedade da profissão

Bolseiro da FCT queixa-se da precariedade da profissão

Anxo Conde é bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e queixa-se da precariedade da sua profissão em Portugal. O investigador científico sublinha que este tipo de trabalho move milhões de dólares por ano na Costa Leste dos Estados Unidos e deveria ser melhor aproveitada em Portugal.

Alexandra Sofia Costa /
Este especialista em Ecologia Marinha em estuários está a estudar um tipo de amêijoa que habita no rio Tejo. Enquanto bolseiro, Anxo Conde recebe 900 euros por mês durante cinco anos, mas no final o futuro é incerto.

O assunto é discutido em plenário da Assembleia da República esta quarta-feira. O PS defende a avaliação das bolsas de investigação científica atribuídas, o tipo de vínculo dos cientistas envolvidos, e a abertura de um novo concurso, de forma a garantir a continuidade do investimento nesta área.

O PCP apresenta um documento sobre o estatuto do pessoal em formação e o Bloco de Esquerda sobre o regime laboral e social dos investigadores científicos e do pessoal de apoio à investigação.

É ainda analisada uma petição da Associação de Bolseiros de Investigação Científica a favor da alteração do Estatuto do Bolseiro de Investigação.

(com Sandra Henriques)
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