País
Carlos Cabreiro é a escolha para novo diretor da Polícia Judiciária
Carlos Cabreiro, que sucede ao atual ministro da Administração Interna na liderança da PJ, esteve à frente do combate ao cibercrime.
O Governo nomeou esta terça-feira Carlos Cabreiro para o cargo de diretor nacional da Polícia Judiciária, resolvendo assim a sucessão de Luís Neves, atual ministro da Administração Interna.Carlos Cabreiro, com 59 anos de idade, "era, desde 2016, Diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T) da Polícia Judiciária", lê-se em nota do Executivo enviada às redações.
"O coordenador superior de Investigação Criminal Carlos Manuel Antão Cabreiro é natural de Miranda do Douro, tem 59 anos e está na Polícia Judiciária desde 1991. É licenciado em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa e com pós-graduação em guerra de informação pela Academia Militar", acrescenta o Governo.
"O coordenador superior de Investigação Criminal Carlos Manuel Antão Cabreiro é natural de Miranda do Douro, tem 59 anos e está na Polícia Judiciária desde 1991. É licenciado em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa e com pós-graduação em guerra de informação pela Academia Militar", acrescenta o Governo.
"O primeiro-ministro informou sobre esta nomeação o presidente da República", completa o gabinete do primeiro-ministro.
"É uma excelente escolha"
Numa curta declaração aos jornalistas sobre a nomeação de Carlos Cabreiro, o titular da pasta da Administração Interna falou de "uma excelente escolha".
"É um excelente profissional e vai ter um grande mandato", vaticinou Luís Neves, para acrescentar que "conhece muito bem" o trabalho do novo diretor da polícia de investigação criminal. "Entrámos juntos para a polícia há trinta e tal anos", rematou.
35 anos na Polícia Judiciária
"É uma excelente escolha"
Numa curta declaração aos jornalistas sobre a nomeação de Carlos Cabreiro, o titular da pasta da Administração Interna falou de "uma excelente escolha".
"É um excelente profissional e vai ter um grande mandato", vaticinou Luís Neves, para acrescentar que "conhece muito bem" o trabalho do novo diretor da polícia de investigação criminal. "Entrámos juntos para a polícia há trinta e tal anos", rematou.
35 anos na Polícia Judiciária
Carlos Manuel Antão Cabreiro, o novo diretor da Polícia Judiciária, nasceu em Miranda do Douro a 18 de maio de 1966.
Pode dizer-se que conhece bem os cantos à casa, uma vez que entrou para a Polícia Judiciária há 35 anos para frequentar o curso de formação de agentes estagiários. Um ano depois, em 1992, começou a exercer funções como agente da carreira de Investigação Criminal e em 2019 ascende à categoria de Coordenador Superior.
Entretanto, passou por vários departamentos dentro da Polícia Judiciária, com ênfase na área da criminalidade económica: integrou a Direção Central de Investigação de Corrupção Fraudes e infrações Económico-Financeiras; esteve à frente da Brigada de Investigação da Criminalidade Informática; na Unidade Nacional de Informação sobre Crime Económico Organizado e na Brigada de Investigação do Branqueamento de Capitais do Crime Económico Internacional.
Em 2005 foi nomeado subdiretor nacional adjunto na Direção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira, onde esteve até 2009. Subiu a diretor em 2016, pela mão da então ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, que o escolheu para dirigir a Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica, cargo que exerceu até agora.
Pode dizer-se que conhece bem os cantos à casa, uma vez que entrou para a Polícia Judiciária há 35 anos para frequentar o curso de formação de agentes estagiários. Um ano depois, em 1992, começou a exercer funções como agente da carreira de Investigação Criminal e em 2019 ascende à categoria de Coordenador Superior.
Entretanto, passou por vários departamentos dentro da Polícia Judiciária, com ênfase na área da criminalidade económica: integrou a Direção Central de Investigação de Corrupção Fraudes e infrações Económico-Financeiras; esteve à frente da Brigada de Investigação da Criminalidade Informática; na Unidade Nacional de Informação sobre Crime Económico Organizado e na Brigada de Investigação do Branqueamento de Capitais do Crime Económico Internacional.
Em 2005 foi nomeado subdiretor nacional adjunto na Direção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira, onde esteve até 2009. Subiu a diretor em 2016, pela mão da então ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, que o escolheu para dirigir a Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica, cargo que exerceu até agora.
Entre as investigações mais mediáticas que liderou está a operação que conduziu à captura do pirata informático Rui Pinto, que se infiltrou em servidores de clubes, empresas e altos responsáveis da justiça.