País
Carris Metropolitana aguarda investigação antes de avaliar responsabilidades no acidente no Cacém
A TML - Transportes Metropolitanos de Lisboa, que gere a Carris Metropolitana, afirma que vai esperar pela investigação das autoridades antes de retirar conclusões sobre o acidente de ontem, que matou duas pessoas na estação de Agualva-Cacém, em Sintra.
Sem comentar diretamente as notícias que dão conta da possível causa do acidente mortal da última terça-feira, em que a motorista terá admitido que pisou o acelerador sem querer quando ia mudar o letreiro do autocarro, a TML assume à RTP Antena 1 que, para já, não vai tirar “ilações” do que aconteceu.
“Neste momento, a prioridade da TML é acompanhar a situação das vítimas e os seus familiares”, explica numa resposta escrita, estando por isso “em permanente articulação com os serviços da Câmara Municipal de Sintra e respetiva Proteção Civil, a Viação Alvorada e as restantes autoridades competentes”.
Enquanto decorre a investigação para apurar as circunstâncias e as causas do acidente, a gestora da Carris Metropolitana não reconhece possíveis origens da ocorrência.
“A TML está a colaborar integralmente com esse processo e considera essencial aguardar pelas respetivas conclusões antes de retirar quaisquer ilações sobre a ocorrência ou sobre eventuais responsabilidades”, afirma à RTP Antena 1.
A Carris Metropolitana, a marca dos autocarros da Área Metropolitana de Lisboa, não comenta também diretamente as denúncias de motoristas sobre alegadas anomalias em alguns autocarros, uma notícia avançada pela RTP. Mas refere que essa é uma matéria dos operadores contratados - Alsa Todi, Transportes Sul do Tejo, Rodoviária de Lisboa e, neste caso do acidente, a Viação Alvorada.
Cabe aos operadores “assegurar a manutenção preventiva e corretiva da frota, o cumprimento das inspeções técnicas legalmente exigidas e a realização de verificações diárias às viaturas antes da sua entrada em serviço”, sublinha.
“Caso sejam identificadas anomalias que possam comprometer as condições de circulação, estas devem ser avaliadas e corrigidas antes de a viatura regressar à operação”, acrescenta a TML.
Duas pessoas morreram e 22 ficaram feridas na manhã da última terça-feira, depois de um autocarro ter embatido num pilar na estação de Agualva-Cacém, em Sintra, no distrito de Lisboa.
“Neste momento, a prioridade da TML é acompanhar a situação das vítimas e os seus familiares”, explica numa resposta escrita, estando por isso “em permanente articulação com os serviços da Câmara Municipal de Sintra e respetiva Proteção Civil, a Viação Alvorada e as restantes autoridades competentes”.
Enquanto decorre a investigação para apurar as circunstâncias e as causas do acidente, a gestora da Carris Metropolitana não reconhece possíveis origens da ocorrência.
“A TML está a colaborar integralmente com esse processo e considera essencial aguardar pelas respetivas conclusões antes de retirar quaisquer ilações sobre a ocorrência ou sobre eventuais responsabilidades”, afirma à RTP Antena 1.
A Carris Metropolitana, a marca dos autocarros da Área Metropolitana de Lisboa, não comenta também diretamente as denúncias de motoristas sobre alegadas anomalias em alguns autocarros, uma notícia avançada pela RTP. Mas refere que essa é uma matéria dos operadores contratados - Alsa Todi, Transportes Sul do Tejo, Rodoviária de Lisboa e, neste caso do acidente, a Viação Alvorada.
Cabe aos operadores “assegurar a manutenção preventiva e corretiva da frota, o cumprimento das inspeções técnicas legalmente exigidas e a realização de verificações diárias às viaturas antes da sua entrada em serviço”, sublinha.
“Caso sejam identificadas anomalias que possam comprometer as condições de circulação, estas devem ser avaliadas e corrigidas antes de a viatura regressar à operação”, acrescenta a TML.
Duas pessoas morreram e 22 ficaram feridas na manhã da última terça-feira, depois de um autocarro ter embatido num pilar na estação de Agualva-Cacém, em Sintra, no distrito de Lisboa.