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Centro de Ciência do Café, "único" na Europa, abre em Campo Maior

Centro de Ciência do Café, "único" na Europa, abre em Campo Maior

O Centro de Ciência do Café (CCC), a inaugurar na sexta-feira, em Campo Maior, num investimento de três milhões de euros, foi hoje considerado pelos promotores como um espaço "único" na Europa, "inovador, moderno e interativo".

Paulo Nobre /
Trata-se de "um espaço de oportunidade para o conhecimento", disse hoje o presidente da Associação do Centro de Ciência do Café, o empresário Rui Nabeiro, após uma visita ao equipamento, com uma área total de 3.426 metros quadrados.

"Eu sou um sonhador do conhecimento. Cada um é dono da sua atitude e a minha atitude é o conhecimento e é espalhar esse conhecimento pelas outras pessoas", sublinhou

Afirmando-se defensor de que "quem investe vai para a frente", o empresário e comendador Rui Nabeiro considerou que o CCC, instalado junto à sua fábrica Delta Cafés, na Herdade das Argamassas, em Campo Maior, mostra a "imaginação do homem" e "contribui para a "investigação e cultura" em redor do café.

O CCC tem como missão tornar-se num "grande centro nacional e internacional" de difusão da cultura científica, tecnológica e social em redor do café, contribuindo para o "empreendedorismo" e para as "novas formas" de aprendizagem.

NO CCC, segundo os promotores, os visitantes têm oportunidade de desfrutar de uma viagem pelo tempo, conhecer os mitos em redor do café, a história das naus portuguesas e o comércio do café e o contrabando deste produto, conhecido a nível mundial.

Com uma "forte" componente multimédia, o espaço é dividido em cinco áreas: da planta ao grão, a palavra café, história do café (Oriente, Europa, América e Portugal), transformação do café e o consumo do café.

O edifício, desenhado pelo arquiteto João Simão, contempla ainda espaços públicos livres, como estacionamento, acolhimento e receção, sanitários, loja, cafetaria e biblioteca, um auditório com 125 lugares sentados, um
outro espaço para exposições temporárias e uma estufa.

Com um investimento superior a três milhões de euros, Rui Nabeiro considerou que os "números não interessam" quando surge uma obra deste género, mostrando-se defensor do trabalho em prol das comunidades.

(Com Lusa)
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