País
Condenação unânime das agressões a migrantes às mãos de militares da GNR
Bloco de Esquerda, PCP, Chega e PAN condenaram as agressões aos imigrantes em Odemira. O presidente e o primeiro-ministro criticaram o que classificam como comportamentos inaceitáveis dos sete militares da GNR.
O chefe de Estado afirma que "Justiça será feita, com rapidez, em relação às acusações de inaceitáveis violações de liberdades, direitos e garantias"... e lembra ainda que as "as forças e serviços de segurança, e o Estado em geral, são particularmente responsáveis pelo seu respeito e cumprimento"
António Costa não viu as imagens das agressões, mas, pela descrição que lhe foi feita, admite que se trata de um caso que merece repúdio. O primeiro-ministro lembra que as autoridaddes judiciais e a Inspeção-geral da Administração Interna já atuaram.
Mas para Catarina Martins é o clima de impunidade que cria casos como este: "Quem tem comportamentos destes não pode vestir a farda".
Jerónimo de Sousa sublinha que a situação não pode ser confundida com o comportamento geral da GNR.
Para André Ventura, o país tem dois critérios diferentes com as forças de segurança: "Quem humilha, quem tortura, seja polícia, não seja, mas sobretudo quem veste a farda da autoridade do Estado merece condenação inequívoca".
Inês de Sousa real recorreu ao twitter para dizer que os crimes de ódio não podem ter lugar num Estado de Direito.
A atuação dos militares da GNR está a ser condenada pelos partidos da Assembleia da República.