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Diretor nacional da PSP não revela se agentes suspeitos de tortura estão em funções

Diretor nacional da PSP não revela se agentes suspeitos de tortura estão em funções

O diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, não revela se os agentes da Polícia de Segurança Pública que estão a ser investigados no âmbito do processo de alegada tortura na esquadra do Rato estão em funções ou suspensos.

RTP /
Foto: João Marques - RTP

Questionado pelos jornalistas esta terça-feira, Luís Carrilho lembra apenas que a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu vários processos disciplinares ao caso de alegada tortura levado a cabo por agentes da PSP na esquadra do Rato, em Lisboa, mas não esclarece se os agentes alvo do inquérito estão em funções ou suspensos.

O diretor nacional da PSP nunca pediu desculpa pelo caso, mas Luís Carrilho diz agora que o ministro da Administração Interna falou por todos quando pediu desculpa às vítimas.

"Revejo-me nas alegações [do ministro] e espero que no futuro seja feita justiça", disse.

O caso está a ser investigado pelo Ministério Público e há sete polícias em prisão preventiva. Para além disso, a IGAI abriu processos disciplinares a vários agentes da PSP.

Luís Carrilho admite que o plano de formação de novos agentes vai ter cuidados redobrados em termos de bullying e racismo, depois do que aconteceu na esquadra do Rato.

O diretor nacional da PSP acredita também que o novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, vai trazer melhores condições aos polícias em Portugal.

Sem nunca revelar se concorda com a equiparação do suplemento atribuído aos profissionais da Polícia Judiciária, Luís Carrilho mostrou confiança nas negociações dos sindicatos com Luís Neves.
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