País
Discurso de ódio nas polícias não pode ser ignorado, alerta OSCOT
O presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo não se mostra surpreendido pela revelação de que centenas de elementos da PSP e da GNR usam as redes sociais para praticar crimes de ódio, racismo e xenofobia.
O presidente do OSCOT, Bacelar Gouveia, assinala que a investigação jornalística agora publicada “mostra algo que já conhecíamos: há pessoas nas forças de segurança que não têm perfil para essas funções, devido ao seu pensamento radicalizado” e defende “mais critério“ nas admissões de novos elementos.