Doentes não urgentes queixam-se de mudanças no transporte

Doentes não urgentes queixam-se de mudanças no transporte

Nos últimos anos, o transporte de doentes não urgentes criou ligações fortes entre taxistas e utentes, mas as novas regras levaram a que nos últimos meses estes serviços passassem a ser feitos pelos bombeiros.

Carolina Ferreira /
Porém, há utentes que se queixam desta mudança. É o caso de Fernando Pita, que preferia viajar no táxi de Ana Sofia Figueiredo de Condeixa para Coimbra, onde faz tratamentos de diálise três vezes por semana.

Este tipo de situações motiva o protesto que está marcado para esta manhã em Lisboa. Cerca de 4 mil taxistas de todo o país são esperados para uma marcha lenta contra as alterações no transporte de doentes não urgentes. As associações do setor garantem que a transferência deste serviço para as corporações de bombeiros deixa o transporte mais caro para o Estado e para os utentes.

(com Sandra Henriques)
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