Encontro pela Justiça Climática reflete sobre o futuro

Encontro pela Justiça Climática reflete sobre o futuro

Representantes de mais de 20 organizações nacionais e convidados estrangeiros participam desta sexta-feira a domingo no 10.º Encontro Nacional pela Justiça Climática, debatendo temas como energia, transportes, oceanos ou mineração.

Lusa / Adicionar como fonte informativa
A Justiça Climática debate-se durante três dias Friedemann Vogel - EPA

As organizações subscritoras da iniciativa salientam, na convocatória, o contínuo aumento das emissões globais de dióxido de carbono (CO2), do extrativismo e das desigualdades sociais, bem como o crescimento do que chamam de “práticas antidemocráticas”.

Em Portugal, alerta para o perigo de se aprovarem a construção de novas infraestruturas emissoras de gases com efeito de estufa (GEE), como aeroportos e gasodutos, há incentivos para o transporte rodoviário individual e destroem-se áreas de proteção ambiental.

E enquanto se vive em “estado de emergência” climática os governos gerem essa crise “assumindo posturas mais negacionistas e mais autoritárias”, perante resistência em “várias frentes” das populações
, afirmam as organizações, explicando que é esse o contexto do encontro, para discutir a justiça climática e ações para este ano.

O primeiro Encontro Nacional pela Justiça Climática realizou-se em 2016 em Lisboa, cidade que acolheu a maior parte dos encontros, tendo um deles sido apenas online, devido à pandemia de covid-19. Em 2022 já tinha sido no Liceu Camões.
PUB