País
Entrevista Antena 1. Cunha Rodrigues, antigo PGR, inquieto com as Operações Marquês e Influencer
No dia em que apresenta o novo livro "Direito, Justiça e Comunicação", José Cunha Rodrigues, antigo procurador-geral da República, admite que está preocupado com o curso da justiça em Portugal.
Em entrevista à Antena 1, o magistrado explica que há duas ideias em confronto no caso que envolve José Sócrates - os direitos fundamentais do processo penal e a manipulação desses mesmos direitos - e entende que a situação relacionada com os advogados do antigo primeiro-ministro contribui para criar uma imagem menos credível da justiça.
Cunha Rodrigues diz que é preciso aprender com os casos de justiça mais mediáticos. O que se pode fazer, sublinha o antigo procurador-geral, é concretizar uma reforma de fundo para pôr fim, por exemplo, ao excesso de burocracia.
No que aos megaprocessos diz respeito, Cunha Rodrigues afirma que é urgente evitar esse tipo de investigações e defende que é fundamental distinguir o essencial do acessório para afastar processos que se arrastam no tempo.
Declarações de José Cunha Rodrigues à Antena 1 no dia em que é lançado o livro "Direito, Justiça e Comunicação - A Sociedade Perversa" - um conjunto de reflexões pessoais do magistrado que mais anos esteve à frente da Procuradoria-Geral da República em Portugal.
Cunha Rodrigues diz que é preciso aprender com os casos de justiça mais mediáticos. O que se pode fazer, sublinha o antigo procurador-geral, é concretizar uma reforma de fundo para pôr fim, por exemplo, ao excesso de burocracia.
No que aos megaprocessos diz respeito, Cunha Rodrigues afirma que é urgente evitar esse tipo de investigações e defende que é fundamental distinguir o essencial do acessório para afastar processos que se arrastam no tempo.
Declarações de José Cunha Rodrigues à Antena 1 no dia em que é lançado o livro "Direito, Justiça e Comunicação - A Sociedade Perversa" - um conjunto de reflexões pessoais do magistrado que mais anos esteve à frente da Procuradoria-Geral da República em Portugal.
Entrevista alargada aqui: