País
Exames Nacionais. Governo vai pagar horas extraordinárias aos professores classificadores
Sebastião Bugalho, vice-presidente e porta-voz do PSD, revelou que o governo vai pagar horas extraordinárias aos professores classificadores que estão "este sábado" a corrigir os exames nacionais.
"Em jeito de reconhecimento, do esforço de todos os professores que estão neste momento, uma manhã de sábado, a corrigir as provas dos exames nacionais, foi decidido pelo ministro da Educação, que o governo vai pagar horas extraordinárias a todos os professores que estão a corrigir essas provas, em reconhecimento pelo esforço extraordinário", garantiu o porta-voz do PSD.
Segundo Sebastião Bugalho, "é um esforço que o PSD reconhece e agradece".
"Todo o Ministério da Educação e os professores que estão a corrigir as provas estão no seu empenho total de forma de dar a resposta aos alunos e às famílias (...) Em momento algum, o governo falhará, ou falha a sua responsabilidade aos alunos e às famílias. Mas também não foge de assumir as suas responsabilidades", afiançou.
Segundo Sebastião Bugalho, "é um esforço que o PSD reconhece e agradece".
"Todo o Ministério da Educação e os professores que estão a corrigir as provas estão no seu empenho total de forma de dar a resposta aos alunos e às famílias (...) Em momento algum, o governo falhará, ou falha a sua responsabilidade aos alunos e às famílias. Mas também não foge de assumir as suas responsabilidades", afiançou.
O processo da correção dos exames nacionais tem estado envolto em polémica e denúncias de falhas do sistema informático e já levou o Governo a mexer no calendário e adiar as datas de afixação das notas e da segunda fase.Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, Sebastião Bugalho anunciou esta decisão, que foi tomada pelo ministro da Educação, e cujo formato do pagamento está a ser definido e será anunciado por Fernando Alexandre.
As declarações de Sebastião Bugalho surgem num momento em que a classificação digital dos exames nacionais continua a gerar polémica.
De acordo com os professores: respostas escritas em folhas consideradas erradas: podem estar a receber zero pontos, mesmo quando o aluno respondeu corretamente à pergunta.
Há também relatos de provas que chegam incompletas aos docentes: com páginas em falta ou respostas cortadas durante o processo de digitalização.
O movimento Missão Escola Pública considera a situação injusta e alerta para o risco da forma de avaliação se sobrepor ao conhecimento demonstrado pelos alunos.
Os professores têm até à próxima terça-feira para concluir a classificação dos exames.
De acordo com os professores: respostas escritas em folhas consideradas erradas: podem estar a receber zero pontos, mesmo quando o aluno respondeu corretamente à pergunta.
Há também relatos de provas que chegam incompletas aos docentes: com páginas em falta ou respostas cortadas durante o processo de digitalização.
O movimento Missão Escola Pública considera a situação injusta e alerta para o risco da forma de avaliação se sobrepor ao conhecimento demonstrado pelos alunos.
Os professores têm até à próxima terça-feira para concluir a classificação dos exames.