País
Francisco Assis só irá ao congresso do PS como convidado
Francisco Assis só irá ao congresso do PS se for convidado a assistir enquanto presidente do Conselho Económico e Social (CES), porque não tem qualquer responsabilidade ou atividade partidária, nem pretende ter enquanto se mantiver nas atuais funções.
"Não sou membro de nenhum órgão do partido, nem me candidatei a delegado ao congresso, por isso nem sequer tenho lugar no congresso, quando muito irei lá como convidado, se houver condições para convidarem", disse o presidente do CES em entrevista à agência Lusa, lembrando que é usual os partidos convidarem diversas entidades para assistirem aos seus congressos.
Assim, se a pandemia da covid-19 não impedir o PS de ter convidados na sua reunião magna, Francisco Assis lá estará, em agosto, na qualidade de presidente do CES.
"Se houver condições para tal, irei com todo o gosto, como irei a congressos de outros partidos que me convidem", afirmou.
Francisco Assis assegurou que o PS continua a ser o seu partido, mas considerou que não faz sentido ser presidente do CES e continuar a ter atividade partidária, por isso nem sequer opina sobre questões político partidárias.
"Não reneguei nada, toda a gente sabe qual é o meu posicionamento político e partidário, mas neste momento, de certa maneira, há uma suspensão da minha atividade no interior do partido, não fazia sentido estar aqui (na presidência do CES) e ter atividade no PS", disse.
Lembrou que, depois de ter sido deputado europeu, entre 2014 e 2019, esteve um ano sem qualquer tipo de intervenção política, limitando-se à atividade cívica e ao comentário político, que também deixou de fazer quando foi eleito para o CES, há um ano.
"Não tenho condições objetivas para dar opinião sobre o que se vai passar no congresso", disse, acrescentando que depois de sair do CES não deixará de ter intervenção pública.
Francisco Assis, considerou que a Concertação Social é fulcral para o desenvolvimento do país e que o último ano, com a pandemia, mostrou a importância do diálogo social para encontrar respostas mais eficazes.
"Continuo a considerar a Concertação Social muito importante, senão não estava aqui. (...) A Concertação Social é fulcral para o país", disse.
Referiu, a propósito, que os países europeus que, nos últimos 60 anos, mais apostaram na concertação social, são atualmente os países mais desenvolvidos.
Segundo Francisco Assis, este ano, com a crise causada pela pandemia da covid-19, "ficou demonstrada a importância da Concertação Social".
"Ganhou-se muito com os encontros permanentes de Concertação Social (...), tem havido uma articulação muito importante que tem ajudado muito o país. Este ano verificou-se que o diálogo social é muito importante e que contribuiu para que as respostas fossem mais rápidas e eficazes", concretizou.
Lembrou, a propósito, que a crise gerada pela pandemia causou uma perda de 16 mil milhões de euros na economia, mas o Estado insuflou mais 12 mil milhões de euros, o que "evitou uma crise tremenda".
O antigo deputado socialista foi eleito presidente do Conselho Económico e Social há uma ano e considera que esta é uma das experiências mais positivas da sua vida, porque lhe tem dado uma visão mais vasta do país.
"Ao fim de um ano, devo dizer que tem sido uma das experiências mais positivas da minha vida. A partir daqui tem-se uma visão mais vasta do que é o país", disse Francisco Assis em entrevista à agência Lusa.
O presidente do Conselho Económico e Social (CES) contou que tem andado muito pelo país, e pretende continuar a andar, visitando nomeadamente universidades e institutos politécnicos, que "estão a fazer coisas muito boas, que não são devidamente conhecidas".
Assim, se a pandemia da covid-19 não impedir o PS de ter convidados na sua reunião magna, Francisco Assis lá estará, em agosto, na qualidade de presidente do CES.
"Se houver condições para tal, irei com todo o gosto, como irei a congressos de outros partidos que me convidem", afirmou.
Francisco Assis assegurou que o PS continua a ser o seu partido, mas considerou que não faz sentido ser presidente do CES e continuar a ter atividade partidária, por isso nem sequer opina sobre questões político partidárias.
"Não reneguei nada, toda a gente sabe qual é o meu posicionamento político e partidário, mas neste momento, de certa maneira, há uma suspensão da minha atividade no interior do partido, não fazia sentido estar aqui (na presidência do CES) e ter atividade no PS", disse.
Lembrou que, depois de ter sido deputado europeu, entre 2014 e 2019, esteve um ano sem qualquer tipo de intervenção política, limitando-se à atividade cívica e ao comentário político, que também deixou de fazer quando foi eleito para o CES, há um ano.
"Não tenho condições objetivas para dar opinião sobre o que se vai passar no congresso", disse, acrescentando que depois de sair do CES não deixará de ter intervenção pública.
O 23.º Congresso Nacional do Partido Socialista estava marcado para este fim de semana (10 e 11 de julho), mas foi adiado para 28 e 29 de agosto, devido ao agravamento da situação pandémica.
Concertação Social é fulcral para o país
Francisco Assis, considerou que a Concertação Social é fulcral para o desenvolvimento do país e que o último ano, com a pandemia, mostrou a importância do diálogo social para encontrar respostas mais eficazes.
"Continuo a considerar a Concertação Social muito importante, senão não estava aqui. (...) A Concertação Social é fulcral para o país", disse.
Referiu, a propósito, que os países europeus que, nos últimos 60 anos, mais apostaram na concertação social, são atualmente os países mais desenvolvidos.
Segundo Francisco Assis, este ano, com a crise causada pela pandemia da covid-19, "ficou demonstrada a importância da Concertação Social".
"Ganhou-se muito com os encontros permanentes de Concertação Social (...), tem havido uma articulação muito importante que tem ajudado muito o país. Este ano verificou-se que o diálogo social é muito importante e que contribuiu para que as respostas fossem mais rápidas e eficazes", concretizou.
Lembrou, a propósito, que a crise gerada pela pandemia causou uma perda de 16 mil milhões de euros na economia, mas o Estado insuflou mais 12 mil milhões de euros, o que "evitou uma crise tremenda".
CES deu visão mais vasta do país
O antigo deputado socialista foi eleito presidente do Conselho Económico e Social há uma ano e considera que esta é uma das experiências mais positivas da sua vida, porque lhe tem dado uma visão mais vasta do país.
"Ao fim de um ano, devo dizer que tem sido uma das experiências mais positivas da minha vida. A partir daqui tem-se uma visão mais vasta do que é o país", disse Francisco Assis em entrevista à agência Lusa.
O presidente do Conselho Económico e Social (CES) contou que tem andado muito pelo país, e pretende continuar a andar, visitando nomeadamente universidades e institutos politécnicos, que "estão a fazer coisas muito boas, que não são devidamente conhecidas".