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Fundação e Instituto Politécnico de Portalegre estreitam relações de cooperação

Fundação e Instituto Politécnico de Portalegre estreitam relações de cooperação

O Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) e a Fundação Alentejo-Terra Mãe celebraram hoje um protocolo de cooperação, que prevê a atribuição de bolsas de estudos ou investigação a alunos da instituição de ensino.

Agência LUSA /

O protocolo, rubricado pelo presidente do IPP, Nuno Oliveira, e pelo presidente da fundação, o advogado José Flamínio Roza, formaliza o estreitamento de relações entre ambas as entidades.

As duas instituições comprometem-se a desenvolver acções de cooperação para estimular os jovens na sua formação académica, na integração na sociedade do conhecimento e na inserção no mercado de trabalho ou em actividades empresariais.

A Fundação Alentejo-Terra Mãe, que já celebrou idêntico protocolo com a Universidade de Évora, foi recentemente criada para promover e preservar o património cultural, histórico e ambiental, assim como as tradições e costumes da região.

Tendo como objectivos a divulgação e preservação dos valores culturais, ambientais e paisagísticos do Alentejo, a fundação reúne um largo grupo de empresários, artistas e intelectuais, entre outras personalidades ligadas à região por nascimento ou afeição.

O Conselho Geral da nova fundação integra, entre outros, o director da Biblioteca Nacional, Diogo Pires Aurélio, o escultor João Cutileiro, o encenador Filipe La Féria, os empresários Francisco Murteira Nabo e Henrique Granadeiro, o jornalista Fernando Madrinha e o cantor Paco Bandeira.

Na área da divulgação, a Fundação Alentejo-Terra Mãe, com sede em Évora, prevê lançar uma revista em Outubro com o mesmo nome, e também um portal na Internet que deverá incluir uma bibliografia de tudo o que existe escrito sobre o Alentejo.

A revista, com uma tiragem de 30 mil exemplares, será distribuída gratuitamente em câmaras municipais, universidades, departamentos oficiais, hospitais, monumentos, associações, grandes superfícies e outros espaços da região alentejana, Grande Lisboa, Setúbal e Algarve.

Constituída há dois anos e meio, e em Fevereiro deste ano reconhecida pelo Governo, a Fundação Alentejo-Terra Mãe espera conseguir obter o estatuto de entidade de interesse público.

No total, o fundador pretende aplicar dois milhões de euros do seu património no projecto, que inclui ainda uma vertente de solidariedade social.

José Flamínio Roza pretende ainda criar um museu etnográfico e um parque temático onde os visitantes possam conhecer os ciclos de fabrico e transformação dos produtos locais, nomeadamente o vinho, pão, queijo e cortiça.

A fundação conta ainda promover exposições de pintura, artesanato e outras tradições locais, além da divulgação turística e ambiental.

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