País
Governo mantém afixação de pautas na sexta-feira. Montenegro admite falhas mas lança críticas
O processo de correção dos exames nacionais deveria estar concluído até ontem, terça-feira. No entanto, o prazo para a correção das provas foi novamente alargado, até esta quarta-feira. O executivo garante que o alargamento do prazo não coloca em causa a afixação das pautas. O primeiro-ministro admitiu eventuais falhas políticas, mas apontou o dedo aos professores.
Em comunicado, o Ministério da Educação adiantou esta terça-feira que a classificação dos exames irá continuar na quarta-feira "de forma a garantir todas as condições de rigor".
A segunda fase dos exames nacionais do secundário começa na terça-feira. Apesar dos problemas reportados o método de avaliação vai ser o mesmo.
Ontem mesmo, o primeiro-ministro admitiu eventuais falhas políticas em todo o processo, mas aponta que há “resistência à mudança” por parte de alguns professores.
“A grande maioria [dos professores] está com o passo que estamos a dar, mas há alguns que não estão. E nós temos de compreender que isso perturba o processo em si”, disse Luís Montenegro esta terça-feira à noite num encontro com militantes em Palmela, a propósito do debate do Estado da Nação.
Apesar de todas as falhas, o primeiro-ministro garantiu que a digitalização, na educação e noutras áreas, é para continuar.
"Este caminho é para percorrer e nós vamos ser capazes de o percorrer sem causar nenhum prejuízo a ninguém. É isso que temos de garantir e é isso que vamos garantir", afirmou.
O primeiro-ministro garantiu ainda que o país, através dos governos da AD, declarou guerra à burocracia.
"Eu coloco a minha cabeça no cepo. Eu digo aos meus colegas no Governo que não tenham receio de modernizar os serviços que tutelam, que não tenham receio de enfrentar as resistências que há dentro dos seus serviços", disse.
A segunda fase dos exames nacionais do secundário começa na terça-feira. Apesar dos problemas reportados o método de avaliação vai ser o mesmo.
Ontem mesmo, o primeiro-ministro admitiu eventuais falhas políticas em todo o processo, mas aponta que há “resistência à mudança” por parte de alguns professores.
“A grande maioria [dos professores] está com o passo que estamos a dar, mas há alguns que não estão. E nós temos de compreender que isso perturba o processo em si”, disse Luís Montenegro esta terça-feira à noite num encontro com militantes em Palmela, a propósito do debate do Estado da Nação.
Apesar de todas as falhas, o primeiro-ministro garantiu que a digitalização, na educação e noutras áreas, é para continuar.
"Este caminho é para percorrer e nós vamos ser capazes de o percorrer sem causar nenhum prejuízo a ninguém. É isso que temos de garantir e é isso que vamos garantir", afirmou.
O primeiro-ministro garantiu ainda que o país, através dos governos da AD, declarou guerra à burocracia.
"Eu coloco a minha cabeça no cepo. Eu digo aos meus colegas no Governo que não tenham receio de modernizar os serviços que tutelam, que não tenham receio de enfrentar as resistências que há dentro dos seus serviços", disse.