País
Greve dos trabalhadores do Metro de Lisboa nos dias 9 e 14 de abril
Foram marcadas duas paralisações de 24 horas, uma na quinta-feira e outra na próxima terça-feira, confirmou a Fectrans à RTP Antena 1. Não foram decretados serviços mínimos.
O pré-aviso de greve apresentado por cinco estruturas sindicais é referente aos dias 9 e 14 de abril. Na segunda-feira, o Tribunal Arbitral comunicou que não foram marcados serviços mínimos.
"Nem sequer é uma questão salarial, é uma questão de exigência de respeito pelos trabalhadores que são chefias e pela garantia da manutenção das suas fichas de funções", explica Anabela Carvalheira, dirigente sindical da Fectrans - Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações.
"Nem sequer é uma questão salarial, é uma questão de exigência de respeito pelos trabalhadores que são chefias e pela garantia da manutenção das suas fichas de funções", explica Anabela Carvalheira, dirigente sindical da Fectrans - Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações.
A dirigente afirma que a segurança do metro não tem sido respeitada, "obrigando alguns trabalhadores, inclusivamente a assumir funções em mais de um posto de trabalho", acusa.
Anabela Carvalheira mostra abertura para os sindicatos desconvocarem a greve: deixa o apelo à administração do Metropolitano de Lisboa para "encontrar a solução" e que "está na sua responsabilidade para estes trabalhadores verem refletido o que efetivamente necessitam e poderem ainda desconvocar a greve".
Segundo a decisão do Tribunal Arbitral, as cinco estruturas sindicais que promovem a greve são a Fectrans, o STTM, o SINDEM, o SITRA e o SITESE.