País
Identificados 41 pontos negros nas estradas portuguesas
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) identificou 41 locais, troços com mais de 200 metros de extensão, onde em 2011 se registaram pelo menos cinco acidentes com vítimas. Em relação a 2010 há menos 26 pontos negros nas estradas do país.
Segundo o Relatório de Sinistralidade Rodoviária divulgado pela ANSR, dos 41 pontos negros nas estradas portuguesas 21 são em autoestradas. Com a A20 – que contorna por norte e por nascente a cidade do Porto – a registar sete troços e a surgir em primeiro lugar. Só no troço entre o quilómetro 9,200 e 9,400 foram registados 13 acidentes com 19 viaturas envolvidas.
Segue-se a A5, a mais antiga autoestrada do país que liga Lisboa a Cascais, que regista seis pontos negros. Com seis acidentes, o troço entre o quilómetro 3,900 e 4,100 é o que regista maior sinistralidade.
A A28, Autoestrada do Litoral Norte que liga o Porto a Caminha, regista quatro pontos negros, sendo que no percurso entre o quilómetro 33,800 e o 33,970 se registaram sete acidentes com 12 viaturas envolvidas.
A única vítima mortal nos pontos negros das autoestradas foi registada na A28 entre o quilómetro 0,900 e 1,000.
Com um ponto negro estão as autoestradas A3 (Porto-Valença), A4 (Porto-Amarante), A7 (Póvoa do Varzim – Vila Pouca de Aguiar) e A 43 (Porto – Aguiar de Sousa).
No entanto, foi no troço entre o quilómetro 37,600 e 37,675 da A7 que se registaram mais acidentes (19) com mais viaturas envolvidas (20).
O relatório revela ainda que os restantes 18 pontos negros foram identificados em estradas nacionais, sendo a EN13 (entre Viana do Castelo e Valença do Minho) a que regista maior número (quatro).
A EN 15 (Porto-Bragança) e a EN3 (Carregado – Envendos) foram as duas estradas nacionais onde se registaram vítimas mortais em zonas consideradas com pontos negros.
Segue-se a A5, a mais antiga autoestrada do país que liga Lisboa a Cascais, que regista seis pontos negros. Com seis acidentes, o troço entre o quilómetro 3,900 e 4,100 é o que regista maior sinistralidade.
A A28, Autoestrada do Litoral Norte que liga o Porto a Caminha, regista quatro pontos negros, sendo que no percurso entre o quilómetro 33,800 e o 33,970 se registaram sete acidentes com 12 viaturas envolvidas.
A única vítima mortal nos pontos negros das autoestradas foi registada na A28 entre o quilómetro 0,900 e 1,000.
Com um ponto negro estão as autoestradas A3 (Porto-Valença), A4 (Porto-Amarante), A7 (Póvoa do Varzim – Vila Pouca de Aguiar) e A 43 (Porto – Aguiar de Sousa).
No entanto, foi no troço entre o quilómetro 37,600 e 37,675 da A7 que se registaram mais acidentes (19) com mais viaturas envolvidas (20).
O relatório revela ainda que os restantes 18 pontos negros foram identificados em estradas nacionais, sendo a EN13 (entre Viana do Castelo e Valença do Minho) a que regista maior número (quatro).
A EN 15 (Porto-Bragança) e a EN3 (Carregado – Envendos) foram as duas estradas nacionais onde se registaram vítimas mortais em zonas consideradas com pontos negros.