País
Incêndio de Valpaços. Aldeia em Mirandela evacuada devido à aproximação das chamas
A população em Mirandela continua a tentar prestar apoio aos operacionais que se encontram no terreno, numa altura em que a falta de visibilidade dificulta a atuação dos meios aéreos.
A aldeia de São Pedro Velho, em Mirandela, está a ser evacuada devido à aproximação das chamas. O incêndio deflagrou terça-feira numa zona de mato na localidade de Ervões e alastrou entretanto ao concelho vizinho.
No terreno encontram-se cerca de 800 operacionais e dezenas de meios terrestres, que serão agora reforçados após dificuldades na atuação dos meios aéreos, de acordo com uma fonte do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Norte.
Num ponto de situação às 13h50, o responsável disse que os meios estavam a ser posicionados e reforçados, numa altura em que cinco meios aéreos já se encontravam a combater as chamas.
"Estamos agora a posicionar meios, a reforçar o teatro de operações com meios terrestres e a tentar fazer a implementação de meios aéreos e máquinas de rasto, à procura de uma janela de oportunidade que tarda. Provavelmente, quando aparecer, o efeito que permite que os meios aéreos possam atuar vai-nos criar condições, do ponto de vista da meteorologia, muito complexas, com ventos elevados que nos vão levar o incêndio de volta para onde o conseguimos conter na noite de ontem", alertou.Mais de seis mil hectares arderam
Num balanço provisório da área ardida, o segundo comandante regional de Emergência e Proteção Civil do Norte disse que, à data, estará "acima dos seis mil hectares".
Segundo fonte do Comando Territorial de Vila Real da GNR, pelas 14h00 não havia estradas interditas ou cortadas ao trânsito na zona do incêndio.
O fogo deflagrou em Ervões, no distrito de Vila Real, pelas 15h00 de terça-feira, e mais de um dia depois atravessou o rio Rabaçal e chegou ao concelho de Mirandela.
O incêndio já causou danos em pelo menos 21 casas, num armazém agrícola, em duas indústrias e fez cinco feridos.
c/ Lusa
No terreno encontram-se cerca de 800 operacionais e dezenas de meios terrestres, que serão agora reforçados após dificuldades na atuação dos meios aéreos, de acordo com uma fonte do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Norte.
"Durante a noite tivemos cerca de 70 por cento do perímetro do incêndio em consolidação e 30 por cento a ceder aos meios de combate", disse à Lusa o comandante Luís Araújo.
"Durante a manhã (de hoje) estabelecemos uma estratégia apoiada na utilização de 12 meios aéreos que não foi possível de implementar, que não puderam atuar, por razões de segurança", acrescentou.
Num ponto de situação às 13h50, o responsável disse que os meios estavam a ser posicionados e reforçados, numa altura em que cinco meios aéreos já se encontravam a combater as chamas.
"Estamos agora a posicionar meios, a reforçar o teatro de operações com meios terrestres e a tentar fazer a implementação de meios aéreos e máquinas de rasto, à procura de uma janela de oportunidade que tarda. Provavelmente, quando aparecer, o efeito que permite que os meios aéreos possam atuar vai-nos criar condições, do ponto de vista da meteorologia, muito complexas, com ventos elevados que nos vão levar o incêndio de volta para onde o conseguimos conter na noite de ontem", alertou.Mais de seis mil hectares arderam
Num balanço provisório da área ardida, o segundo comandante regional de Emergência e Proteção Civil do Norte disse que, à data, estará "acima dos seis mil hectares".
Segundo fonte do Comando Territorial de Vila Real da GNR, pelas 14h00 não havia estradas interditas ou cortadas ao trânsito na zona do incêndio.
O fogo deflagrou em Ervões, no distrito de Vila Real, pelas 15h00 de terça-feira, e mais de um dia depois atravessou o rio Rabaçal e chegou ao concelho de Mirandela.
O incêndio já causou danos em pelo menos 21 casas, num armazém agrícola, em duas indústrias e fez cinco feridos.
c/ Lusa