País
Incêndio em Valpaços com duas frentes ativas e 80 por cento do perímetro dominado
O fogo mantém-se ativo. O incêndio que deflagrou terça-feira num zona de mato na localidade de Ervões chegou entretanto ao concelho de Mirandela.
(em atualização)
O combate ao fogo em Valpaços foi reforçado durante a última noite.
O incêndio já fez cinco feridos - três bombeiros, um GNR e um civil - e destruiu casas. As chamas provocaram danos em pelo menos 21 habitações.
Pelas 9h00 desta quinta-feira, o incêndio mobilizava mais de 800 operacionais apoiados por mais de 260 viaturas e cinco meios aéreos.
O incêndio já fez cinco feridos - três bombeiros, um GNR e um civil - e destruiu casas. As chamas provocaram danos em pelo menos 21 habitações.
Pelas 9h00 desta quinta-feira, o incêndio mobilizava mais de 800 operacionais apoiados por mais de 260 viaturas e cinco meios aéreos.
Segundo a Proteção Civil, cerca de 80 por cento do perímetro do incêndio está dominado, mas existem ainda duas frentes ativas.
Na quarta-feira o fogo passou de Valpaços para Mirandela, com a população da aldeia de Vale de Telhas a juntar-se aos bombeiros no combate às chamas durante toda a noite.
No concelho de Valpaços, na localidade de Gorgoço, o fogo atingiu oito casas devolutas e três casas de primeira habitação.
Em Santa Valha, cinco casas devolutas, duas de primeira habitação, duas de segunda habitação e um armazém agrícola foram atingidos pelo incêndio. A vice-presidente da Câmara, Teresa Pavão, revelou à RTP Antena 1 os danos.
Luís Araújo, segundo comandante regional norte da Proteção Civil, disse à RTP ainda antes do amanhecer que existiam cinco frentes ativas e que seria reforçado o teatro de operações, prevendo-se que a janela de oportunidade para combater as chamas seja curta.
Vítor Correia, presidente da Câmara Municipal de Mirandela, avançou por sua vez que uma pessoa ficou desalojada e está a ser apoiada pela Junta de Freguesia, tal como todos os habitantes que foram aconselhados a deixar as suas casas.
“As pessoas estavam ansiosas, algumas a entrar quase em pânico, mas é preciso ter alguma tranquilidade nesses momentos”, afirmou.
“Temos andado a circular na zona, em várias freguesias que estavam em perigo”, com o incêndio a aproximar-se, disse ainda o autarca.
Adiantou também que os operacionais estão posicionados no terreno para proteger as populações, mantendo-se o risco de “incêndio rural, das culturas, da vinha, do amendoal, da oliveira, isso é inevitável”.
Vítor Correia, presidente da Câmara Municipal de Mirandela, avançou por sua vez que uma pessoa ficou desalojada e está a ser apoiada pela Junta de Freguesia, tal como todos os habitantes que foram aconselhados a deixar as suas casas.
“As pessoas estavam ansiosas, algumas a entrar quase em pânico, mas é preciso ter alguma tranquilidade nesses momentos”, afirmou.
“Temos andado a circular na zona, em várias freguesias que estavam em perigo”, com o incêndio a aproximar-se, disse ainda o autarca.
Adiantou também que os operacionais estão posicionados no terreno para proteger as populações, mantendo-se o risco de “incêndio rural, das culturas, da vinha, do amendoal, da oliveira, isso é inevitável”.
Ainda segundo a fonte da ANEPC, no Cabeço uma casa de primeira habitação ardeu, deixando três desalojados, enquanto em Vilarandelo, duas indústrias, sucatas de automóveis, foram atingidas pelo fogo.
A Estrada Nacional (EN) 315, que liga as aldeias de Bouça e Vale de Telhas, no concelho de Mirandela, e que esteve cortada devido ao fogo, foi entretanto reaberta.