País
Incêndio no concelho de Pedrógão Grande já consumiu quase 26 mil hectares
O Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais (EFFIS) diz que o incêndio que deflagrou no sábado no concelho de Pedrógão Grande já consumiu cerca de 26 mil hectares de floresta. Fogo provocado, diz por sua vez o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), por uma conjugação "pouco habitual" de fatores meteorológicos adversos e com "grande imponderabilidade" de previsão da localização.
O EFFIS, do Centro de Investigação Comum da Comissão Europeia, que apresenta as áreas ardidas cartografadas em imagens de satélite, revela que o incêndio que começou em Escalos Fundeiros, concelho de Pedrógão Grande, e alastrou depois aos concelhos vizinhos de Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria, tinha até hoje 25.969 hectares de área ardida.
Será o maior incêndio que alguma vez registado no país. Imagens captadas por um drone da RTP revelam a dimensão dos estragos provocados pelas chamas.
O que aconteceu?
Em conferência de imprensa, IPMA afirmou hoje que as chamas começaram devido a uma conjugação "pouco habitual" de fatores meteorológicos adversos e com "grande imponderabilidade" de previsão da localização.
Uma situação provocada pelas altas temperaturas, baixa humidade, ausência de chuva, descargas elétricas associadas a trovoada seca, mudança de direção de vento muito rápida e reduzida água no solo.
O presidente do IPMA, Jorge Miguel Miranda, afirmou que seria impossível prever um incêndio de tal proporção "naquele sítio, àquela hora".
Mas alertou que a "área desestruturada" do local em que deflagrou o fogo - "uma mistura arbórea que não é favorável", zonas agrícolas de minifúndio e terrenos com declive - facilitou a propagação das chamas.
(C/ Lusa)
Será o maior incêndio que alguma vez registado no país. Imagens captadas por um drone da RTP revelam a dimensão dos estragos provocados pelas chamas.
O que aconteceu?
Em conferência de imprensa, IPMA afirmou hoje que as chamas começaram devido a uma conjugação "pouco habitual" de fatores meteorológicos adversos e com "grande imponderabilidade" de previsão da localização.
Uma situação provocada pelas altas temperaturas, baixa humidade, ausência de chuva, descargas elétricas associadas a trovoada seca, mudança de direção de vento muito rápida e reduzida água no solo.
O presidente do IPMA, Jorge Miguel Miranda, afirmou que seria impossível prever um incêndio de tal proporção "naquele sítio, àquela hora".
Mas alertou que a "área desestruturada" do local em que deflagrou o fogo - "uma mistura arbórea que não é favorável", zonas agrícolas de minifúndio e terrenos com declive - facilitou a propagação das chamas.
(C/ Lusa)