País
Líder da UGT promete "não ceder" perante traves mestras da reforma laboral
Mário Mourão discursou em Oeiras, no Parque do Jamor, ao lado do presidente da Câmara, Isaltino Morais, para acusar o governo de querer, com o novo pacote laboral, "competir com salários baixos, competir com países onde o trabalho é explorado".
O líder da UGT disse querer "trabalho digno para todos, porque só assim se constrói um país justo, um país de futuro."
Mário Mourão afirmou também que o processo negocial da reforma laboral "não foi fácil, nem equilibrado" e que o governo "tentou isolar a UGT" e "desvalorizar a Concertação Social", mas sublinhou que a UGT, foi capaz de resistir às pressões e a "tentativas de fragilizar e dividir a UGT".
O líder sindical aplaudiu a resistência e unidade a UGT, prometendo continuar a defender os trabalhadores em Portugal, sem "ceder perante as traves mestras do governo" para a proposta de lei laboral.
"Foi unidos que dissemos um `rotundo não` ao anteprojeto em julho do ano passado. Foi unidos que dissemos que íamos para a greve geral. E foi unidos que recusámos agora um anteprojeto que não evoluiu nas matérias fundamentais", disse.
"A UGT não cedeu. A UGT não vai ceder perante aquilo que são as traves mestras do governo", disse, arrancando uma salva de palmas dos trabalhadores que assistiam.
De seguida, disse que a UGT recusou "sempre esta conceção de diálogo e esta estratégia de governo", defendendo que "a negociação verdadeira, ao contrário do que alguns pensam, não é a cedência ou a capitulação de um lado".
Sem dizer se a UGT irá aderir à greve geral convocada pela CGTP para para o próximo dia 03 de junho, Mário Mourão lembrou o passado recente, referindo duas vezes a greve de 11 dezembro de 2025 e afirmando que foi unida que a União Geral de Trabalhadores participou nessa ação de luta.
"Quero deixar aqui uma mensagem muito clara a quem tentou enfraquecer a nossa central. Falhou! Falhou!", criticou, motivando nos trabalhadores que assistiam um grito em uníssono de "UGT! UGT! UGT!".
Mourão continuou dizendo que "falharam as tentativas de dividir a UGT - e falharam porque, disse, "não entenderam a essência da central, que "continuará a ser uma instituição de sindicalistas e não de militantes partidários como querem fazer crer".
c/Lusa
"A UGT não cedeu. A UGT não vai ceder perante aquilo que são as traves mestras do governo", disse, arrancando uma salva de palmas dos trabalhadores que assistiam.
De seguida, disse que a UGT recusou "sempre esta conceção de diálogo e esta estratégia de governo", defendendo que "a negociação verdadeira, ao contrário do que alguns pensam, não é a cedência ou a capitulação de um lado".
Sem dizer se a UGT irá aderir à greve geral convocada pela CGTP para para o próximo dia 03 de junho, Mário Mourão lembrou o passado recente, referindo duas vezes a greve de 11 dezembro de 2025 e afirmando que foi unida que a União Geral de Trabalhadores participou nessa ação de luta.
"Quero deixar aqui uma mensagem muito clara a quem tentou enfraquecer a nossa central. Falhou! Falhou!", criticou, motivando nos trabalhadores que assistiam um grito em uníssono de "UGT! UGT! UGT!".
Mourão continuou dizendo que "falharam as tentativas de dividir a UGT - e falharam porque, disse, "não entenderam a essência da central, que "continuará a ser uma instituição de sindicalistas e não de militantes partidários como querem fazer crer".
c/Lusa