País
Madeira vai explorar mar profundo das Ilhas Selvagens e avaliar novas áreas protegidas
A expedição científica às Ilhas Selvagens está planeada para o próximo ano e faz parte de um plano do Governo Regional da Madeira para avaliar as atuais áreas marinhas protegidas e identificar novas zonas que possam vir a integrar a rede. As ações vão decorrer, pelo menos, ao longo de três anos.
A Reserva Natural das Ilhas Selvagens, que é, à data, a maior área marinha de proteção total da Europa, vai ser alvo de uma expedição científica de grande escala e em mar profundo no próximo ano, 2027, para que seja feita uma monitorização ao trabalho de proteção e para saber mais sobre os ecossistemas marinhos da região.
Os trabalhos fazem parte do programa que tem como objetivo proteger, de forma efetiva, 30 por cento do mar da Madeira até 2030 e proteger de forma total um mínimo de 10%, numa parceira entre o Governo Regional da Madeira, a Fundação Oceano Azul, a Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação e o programa "Pristine Seas", da National Geographic Society. É hoje assinado o memorando de entendimento.
Para além da investigação científica, vai também ser feito trabalho técnico e jurídico para que haja conclusões que ajudem a tomar decisões políticas e para avaliar a eficácia dos atuais modelos de gestão das áreas protegidas. O programa prevê identificar novas zonas que possam integrar a rede de áreas marinhas protegidas.
Já este ano, em outubro, vai ser feita uma expedição científica nas áreas costeiras da ilha da Madeira, do Porto Santo e das Desertas, num trabalho que vai também chamar a participação pública das comunidades locais.
O explorador residente do programa "Pristine Seas", Enric Sala, considera que este projeto mostra "liderança global" por parte da Madeira na proteção do Oceano.
Os trabalhos fazem parte do programa que tem como objetivo proteger, de forma efetiva, 30 por cento do mar da Madeira até 2030 e proteger de forma total um mínimo de 10%, numa parceira entre o Governo Regional da Madeira, a Fundação Oceano Azul, a Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação e o programa "Pristine Seas", da National Geographic Society. É hoje assinado o memorando de entendimento.
Para além da investigação científica, vai também ser feito trabalho técnico e jurídico para que haja conclusões que ajudem a tomar decisões políticas e para avaliar a eficácia dos atuais modelos de gestão das áreas protegidas. O programa prevê identificar novas zonas que possam integrar a rede de áreas marinhas protegidas.
Já este ano, em outubro, vai ser feita uma expedição científica nas áreas costeiras da ilha da Madeira, do Porto Santo e das Desertas, num trabalho que vai também chamar a participação pública das comunidades locais.
O explorador residente do programa "Pristine Seas", Enric Sala, considera que este projeto mostra "liderança global" por parte da Madeira na proteção do Oceano.