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Mais de 1.500 quilos de marfim ilegal foram destruído em fábrica na Arrábida

Mais de 1.500 quilos de marfim ilegal foram destruído em fábrica na Arrábida

Lisboa, 21 set 2019 (Lusa) -- O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) destruiu na sexta-feira, numa fábrica na Arrábida, mais de 1.500 quilos de marfim de elefante de origem ilegal, apreendido pela PJ, informou o organismo público.

Lusa /

O comércio internacional de marfim de elefante está proibido, ao abrigo da Convenção Internacional da Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), assinado por 183 membros, incluindo a União Europeia, incentivando os estados a garantir que o marfim de origem ilegal é destruído.

Na sequência de uma operação policial realizada há dois anos, a PJ apreendeu 1.500 quilos de marfim, maioritariamente de elefantes africanos e asiáticos, que foi destruído na sexta-feira sob supervisão do ICNF, que assegura as regras da CITES em Portugal, nos fornos da cimenteira do Outão, na Arrábida, com a colaboração da empresa Secil.

A ação de destruição do marfim já foi por várias vezes realizada no passado, "tendo por objetivo desincentivar o tráfico ilegal deste produto, demonstrando o empenho das autoridades nacionais no combate ao seu tráfico ilegal, vetor principal da caça furtiva de elefantes", disse o ICNF em comunicado.

O aumento da procura de marfim por países asiáticos tem aumentado a caça furtiva de elefantes, na busca do seu marfim.

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