País
Manifestação após greve geral. Todos os detidos ficam em liberdade
Todos os seis manifestantes detidos junto ao parlamento na quarta-feira, após a manifestação da CGTP em dia de greve geral, saíram em liberdade com termo de identidade e residência.
Os seis foram presentes a tribunal, esta sexta-feira, para conhecerem as medidas de coação.
A mesma medida havia sido decidida e confirmada pelos advogados dos primeiros três arguidos a ser ouvidos, menos de uma hora antes.
Seis pessoas foram detidas na quarta-feira, dia da greve geral, após o fim da manifestação sindical que decorreu frente ao parlamento.
Um dos detidos foi entretanto libertado e os restantes cinco compareceram hoje no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa para serem ouvidos e lhes serem aplicadas medidas de coação.
Segundo informações avançadas pela PSP, os cinco detidos são quatro homens, com 22, 24, 26 e 34 anos e uma mulher, de 26 anos, suspeitos da prática do crime de resistência e coação sobre funcionário. O sexto detido já libertado é suspeito do crime de dano, alegadamente por incendiar caixotes do lixo.
Os confrontos com os grupos junto ao Parlamento aconteceram já depois de terminada a manifestação promovida pela central sindical CGTP-In, em dia de greve nacional, que decorreu com normalidade.
Por volta das 18h00, dezenas de jovens voltaram a colocar as barreiras metálicas retiradas pela PSP junto à Assembleia e tentaram assim cortar o trânsito naquela zona.
Após a ação da PSP, que interveio com bastonadas, os manifestantes fugiram pelas ruas limítrofes, ficando a situação mais tranquila pela 19h00, mas mantendo-se a PSP no local enquanto as ruas eram desimpedidas dos caixotes queimados e outros detritos.
O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou "total confiança" na PSP, após os confrontos com os manifestantes, sublinhando que a atuação policial foi "ponderada, profissional e responsável".
Após a ação da PSP, que interveio com bastonadas, os manifestantes fugiram pelas ruas limítrofes, ficando a situação mais tranquila pela 19h00, mas mantendo-se a PSP no local enquanto as ruas eram desimpedidas dos caixotes queimados e outros detritos.
O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou "total confiança" na PSP, após os confrontos com os manifestantes, sublinhando que a atuação policial foi "ponderada, profissional e responsável".
c/Lusa