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Margens de comercialização das farmácias será de 18,25 por cento

Margens de comercialização das farmácias será de 18,25 por cento

As farmácias vão ter margens de lucro máximas de 18,25 por cento nos medicamentos comparticipados e 20 por cento dos que não recebem comparticipação, de acordo com o novo Estatuto do Medicamento.

Agência LUSA /

A nova legislação, publicada hoje em Diário da República, refere ainda que os grossistas receberão 6,87 por cento do preço de venda ao público dos fármacos comparticipados.

Em relação aos medicamentos não comparticipados, a margem dos grossistas será de oito por cento.

Estes novos valores concretizam uma perda para as farmácias de 1,75 por cento da margem de lucro, em dois anos, devido às medidas definidas pelo actual Governo para a área do medicamento.

A margem de comercialização dos farmacêuticos era de 20 por cento até 2005, quando o ministro da Saúde, António Correia de Campos, mudou as regras no sector e definiu que a margem passaria para 19,15 por cento.

Com o novo Estatuto do Medicamento, esta margem sofre uma nova diminuição, passando para 18,25 por cento.

Desde que foi anunciada, a nova redução foi criticada pela Associação Nacional das Farmácias (ANF).

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