País
Ministério da Educação conclui que não houve favorecimento em exame de Português
O gabinete do Ministério da Educação Ciência e Inovação já emitiu o parecer técnico pedido pelo ministro Fernando Alexandre sobre a polémica pergunta do Grupo II do exame nacional de Português do 12.º ano e conclui que não fica ferido o princípio de equidade.
Em causa está o exame de Português, onde foi utilizada uma imagem previamente publicada num caderno de exercícios de uma editora.
O parecer independente revela que a produção de um texto de apreciação crítica resulta de uma aprendizagem complexa, construída ao longo de vários anos, e não pode ser reproduzida através da simples memorização de um exercício semelhante.
O documento sublinha ainda que os critérios de classificação valorizam múltiplos aspetos — desde a organização discursiva até à correção linguística — o que exige sempre a produção de um texto novo em contexto de exame.
Além disso, o enunciado da prova deste ano omitiu elementos presentes no exercício do livro, abrindo espaço a interpretações mais amplas por parte dos alunos.
Ainda assim, o conselho deixa uma recomendação: reforçar os mecanismos de verificação prévia na escolha dos materiais utilizados nas provas, para evitar repetições e preservar a confiança no sistema de avaliação.
O parecer independente revela que a produção de um texto de apreciação crítica resulta de uma aprendizagem complexa, construída ao longo de vários anos, e não pode ser reproduzida através da simples memorização de um exercício semelhante.
O documento sublinha ainda que os critérios de classificação valorizam múltiplos aspetos — desde a organização discursiva até à correção linguística — o que exige sempre a produção de um texto novo em contexto de exame.
Além disso, o enunciado da prova deste ano omitiu elementos presentes no exercício do livro, abrindo espaço a interpretações mais amplas por parte dos alunos.
Ainda assim, o conselho deixa uma recomendação: reforçar os mecanismos de verificação prévia na escolha dos materiais utilizados nas provas, para evitar repetições e preservar a confiança no sistema de avaliação.