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Novo hospital de Braga apresentado por José Sócrates e Ana Jorge

Novo hospital de Braga apresentado por José Sócrates e Ana Jorge

O Hospital Universitário de Braga, orçado em 794,5 milhões de euros, vai começar a ser construído em Janeiro de 2009 e deverá entrar em funcionamento em 2011. O processo de construção e gestão será concretizado numa parceria público-privada pelo consórcio “Escala Braga” vencedor do concurso público. O contrato entre o Estado e os parceiros privados foi assinado hoje com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates, e a ministra da Saúde, Ana Jorge.

Cristina Sambado, RTP /
O novo Hospital Universitário de Braga deverá começar a funcionar em 2011 Hugo Delgado/Lusa

O consórcio "Escala Braga" integra as firmas, José Mello Saúde, Estabelecimentos de Saúde e Assistência, (ISU), a Sociedade Gestora do Hospital das Descobertas (SGHD), a Somague Itinere - Concessões de Infra-estruturas e a Somague Engenharia, Edifer - Construções Pires Coelho & Fernandes e Edifer - Investimentos, SGPS.

A nova unidade de saúde vai ter 750 camas, mais 210 do que o Hospital de São Marcos, 12 salas de cirurgia e contará com novas especialidades como radioterapia, quimioterapia, nefrologia, medicina nuclear, doenças infecciosas e reumatologia, entre outras.

O novo Hospital Universitário de Braga vai abranger cerca de um milhão de habitantes dos distritos de Braga e de Viana do Castelo.

O novo hospital, a edificar em terrenos anexos à Universidade do Minho, terá um carácter universitário dada a sua ligação ao curso de Medicina da Universidade e vem substituir o de São Marcos a funcionar há mais de 500 anos num edifício que pertence à Santa Casa da Misericórdia.

Falta aprovação do Tribunal de Contas

Na assinatura do contrato a ministra da Saúde desvalorizou o facto da verba de 700 milhões de euros ainda não ter sido aprovada pelo Tribunal de Contas.

"Não estávamos ainda em condições de ter neste momento a aprovação do contrato pelo Tribunal de Contas. São fases diferentes do processo", revelou Ana Jorge.

"Neste momento foi tudo feito para que o processo e todo o contrato que irá ser submetido à aprovação do Tribunal de Contas esteja em condições para cumprir aquilo que são as normas do tribunal de Contas, e estaremos tranquilos e a aguardar", concluiu.
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