País
Onda de calor marinho ao largo de Faro regista 2,2°C acima do limite normal
A Marinha Portuguesa registou temperaturas da superfície do mar a subir até aos 26,1°C.
A Marinha Portuguesa anunciou esta quinta-feira que registou duas ondas de calor marinhas ao largo de Faro. Uma foi moderada e outra forte, com temperaturas da superfície do mar a subir até aos 26,1°C.
“Estes fenómenos podem afetar os ecossistemas marinhos, a pesca e a aquicultura e têm-se tornado mais frequentes e intensos devido ao aquecimento global”, alertou a Marinha Portuguesa, em comunicado.
A primeira onda de calor no mar foi classificada como “moderada”, com um valor máximo diário de 23,3 °C, o que “corresponde a cerca de 1,5 °C acima” do valor considerado normal.
Já a segunda, foi classificada como "forte", com um máximo diário de 24,8 °C, ou seja, 2,2 °C acima do limiar.
A informação enviada às redações dá ainda conta de que os dois episódios foram identificados na bóia Faro Costeira, integrada na rede nacional de monitorização costeira do Instituto Hidrográfico (MONIZEE), com o registo de uma temperatura média diária da superfície do mar de cerca de 25 °C entre 15 de junho e hoje.
A Marinha Portuguesa alertou, também, que estes fenómenos “podem afetar os ecossistemas marinhos, a pesca e a aquicultura e têm-se tornado mais frequentes e intensos devido ao aquecimento global."
As ondas de calor marinhas correspondem a períodos de pelo menos cinco dias consecutivos em que a temperatura da superfície do mar se mantém significativamente acima dos valores habituais para a época e para a região.
A monitorização realizada pela rede MONIZEE permite acompanhar a evolução da temperatura da superfície do mar em tempo quase real, contribuindo para a caracterização de eventos extremos no oceano costeiro português, lê-se na nota.
“Estes fenómenos podem afetar os ecossistemas marinhos, a pesca e a aquicultura e têm-se tornado mais frequentes e intensos devido ao aquecimento global”, alertou a Marinha Portuguesa, em comunicado.
A primeira onda de calor no mar foi classificada como “moderada”, com um valor máximo diário de 23,3 °C, o que “corresponde a cerca de 1,5 °C acima” do valor considerado normal.
Já a segunda, foi classificada como "forte", com um máximo diário de 24,8 °C, ou seja, 2,2 °C acima do limiar.
A informação enviada às redações dá ainda conta de que os dois episódios foram identificados na bóia Faro Costeira, integrada na rede nacional de monitorização costeira do Instituto Hidrográfico (MONIZEE), com o registo de uma temperatura média diária da superfície do mar de cerca de 25 °C entre 15 de junho e hoje.
A Marinha Portuguesa alertou, também, que estes fenómenos “podem afetar os ecossistemas marinhos, a pesca e a aquicultura e têm-se tornado mais frequentes e intensos devido ao aquecimento global."
As ondas de calor marinhas correspondem a períodos de pelo menos cinco dias consecutivos em que a temperatura da superfície do mar se mantém significativamente acima dos valores habituais para a época e para a região.
A monitorização realizada pela rede MONIZEE permite acompanhar a evolução da temperatura da superfície do mar em tempo quase real, contribuindo para a caracterização de eventos extremos no oceano costeiro português, lê-se na nota.