País
Operação Imergente. Uma das empresárias detidas foi libertada
A operação teve inicialmente cinco detidos, quatro dos quais na sequência de um mandado de detenção e uma pessoa foi detida em flagrante delito por posse ilegal de arma. Trata-se de Filipa Laborinho, ex-vereadora de Oeiras, que foi libertada ao final da tarde desta quinta-feira.
Neste momento são apenas quatro os detidos que se encontram na Polícia Judiciária, em Lisboa. Filipa Laborinho, antiga vereadora da câmara de Oeiras, foi detida por posse ilegal de arma.
Para além de Filipa Laborinho, agora libertada, foram detidos Duarte Moral, assessor do PS e de António Costa quando este foi ministro da Administração Interna, e a mulher, Rute Reimão.
Desconhece-se para já a identidade dos outros dois detidos.
Foram ainda constituídos 37 arguidos. O PS afirma que o partido "não é visado" e que as diligências são relacionadas com atividade de "um dos seus trabalhadores".
Desconhece-se para já a identidade dos outros dois detidos.
Foram ainda constituídos 37 arguidos. O PS afirma que o partido "não é visado" e que as diligências são relacionadas com atividade de "um dos seus trabalhadores".
A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção, realizou uma operação policial, para cumprimento de 60 mandados de busca domiciliária e 32 mandados de busca não domiciliária, nas zonas de Lisboa, Mafra, Oeiras, Amadora e Coimbra.
Investiga a prática dos crimes de prevaricação e participação económica em negócio, envolvendo a adjudicação de diversos contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia.
Em causa está a eventual prática de crimes de prevaricação, participação económica em negócio, peculato, abuso de poderes, burla qualificada, falsificação de documento e fraude fiscal qualificada.
Investiga a prática dos crimes de prevaricação e participação económica em negócio, envolvendo a adjudicação de diversos contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia.
Em causa está a eventual prática de crimes de prevaricação, participação económica em negócio, peculato, abuso de poderes, burla qualificada, falsificação de documento e fraude fiscal qualificada.
Na reação a esta operação, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, garantiu uma estreita cooperação com as autoridades judiciárias e afirmou que o alvo das buscas da Polícia Judiciária não é o PS.