País
Paulo Valente Gomes substitui Guedes da Silva na PSP
O superintende Paulo Valente Gomes foi indigitado, pelo ministro da Administração Interna, novo diretor-nacional da PSP em substituição do superintendente-chefe Guilherme Guedes da Silva, que tinha sido nomeado há menos de um ano para o cargo.
O novo diretor nacional da PSP era, desde 2 de março, diretor nacional adjunto para a Unidade Orgânica de Recursos Humanos da Polícia de Segurança Pública e antes tinha ocupado a direção do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna. Paulo Valente Gomes, de 46 anos, licenciado em Ciências Policias e em Direito, foi o melhor aluno do primeiro curso de oficiais da Escola Nacional de Polícia é o mais antigo superintende da PSP, com exceção de Guedes da Silva.
Em declarações ao programa “Prós e Contras” da RTP, Paulo Valente Gomes afirmou estar preparado para o novo desafio acrescentando que vai defender o rigor e a disciplina na instituição.
“Farei tudo aquilo que estiver ao meu alcance para conseguir que a PSP mantenha um elevado padrão de desempenho e de afirmação da sua missão, que é servir o cidadão, combater o crime, estar mais próximo do cidadão e melhorar o seu sentimento de segurança”, afirmou o novo diretor nacional da PSP que acrescentou que tudo fará “para conseguir coesão e disciplina e trabalho”.
Miguel Macedo fala em novos desafios para a PSP
Para o ministro da Administração Interna a Polícia de Segurança Pública necessita de começar uma nova etapa, com novos desafios, e essa mudança começou com a exoneração de Guedes da Silva.
“Fiz uma ponderação cuidada da situação da PSP e, avaliando várias questões, considerei ser adequado proceder a esta mudança”, afirmou Miguel Macedo no programa “Prós e Contras” da RTP.
Para o ministro da Administração Interna, “é importante que a Polícia de Segurança Pública comece uma nova etapa da sua vida, com novos desafios, que têm a ver com um impulso reformador em relação a algumas situações que é importante mudar. E focar a atenção da Polícia de Segurança Pública, dos seus elementos, naquilo que é essencial da sua atividade, que é garantir a paz social, a segurança pública e a segurança dos bens e dos cidadãos”.
“No quadro dessa avaliação entendi que essa nova etapa da Polícia de Segurança Pública inclui também mudanças ao nível da direção”, acrescentou.
Relação tensa com a tutela
A exoneração de Guedes da Silva, pelo ministro da Administração Interna, surgiu pouco depois de o ex-diretor nacional da PSP ter afirmado à RTP que compreendia o mau estar no seio da PSP. Três horas depois, Guedes da Silva entrava no gabinete de Miguel Macedo para ser demitido.
O superintendente-chefe Guedes da Silva cumpriu um mandato de dez meses como diretor nacional da Polícia de Segurança Pública, o mandato mais curto da história da instituição.
A relação entre Guedes da Silva com o atual ministro da Administração Interna foi sempre difícil, e um dos motivos para a sua exoneração terá sido o facto de não ter avisado Miguel Macedo de uma carta, subscrita por 26 dos 30 superintendentes, a denunciar a situação quase insustentável na Polícia de Segurança Pública.
Em declarações ao programa “Prós e Contras” da RTP, Paulo Valente Gomes afirmou estar preparado para o novo desafio acrescentando que vai defender o rigor e a disciplina na instituição.
“Farei tudo aquilo que estiver ao meu alcance para conseguir que a PSP mantenha um elevado padrão de desempenho e de afirmação da sua missão, que é servir o cidadão, combater o crime, estar mais próximo do cidadão e melhorar o seu sentimento de segurança”, afirmou o novo diretor nacional da PSP que acrescentou que tudo fará “para conseguir coesão e disciplina e trabalho”.
Miguel Macedo fala em novos desafios para a PSP
Para o ministro da Administração Interna a Polícia de Segurança Pública necessita de começar uma nova etapa, com novos desafios, e essa mudança começou com a exoneração de Guedes da Silva.
“Fiz uma ponderação cuidada da situação da PSP e, avaliando várias questões, considerei ser adequado proceder a esta mudança”, afirmou Miguel Macedo no programa “Prós e Contras” da RTP.
Para o ministro da Administração Interna, “é importante que a Polícia de Segurança Pública comece uma nova etapa da sua vida, com novos desafios, que têm a ver com um impulso reformador em relação a algumas situações que é importante mudar. E focar a atenção da Polícia de Segurança Pública, dos seus elementos, naquilo que é essencial da sua atividade, que é garantir a paz social, a segurança pública e a segurança dos bens e dos cidadãos”.
“No quadro dessa avaliação entendi que essa nova etapa da Polícia de Segurança Pública inclui também mudanças ao nível da direção”, acrescentou.
Relação tensa com a tutela
A exoneração de Guedes da Silva, pelo ministro da Administração Interna, surgiu pouco depois de o ex-diretor nacional da PSP ter afirmado à RTP que compreendia o mau estar no seio da PSP. Três horas depois, Guedes da Silva entrava no gabinete de Miguel Macedo para ser demitido.
O superintendente-chefe Guedes da Silva cumpriu um mandato de dez meses como diretor nacional da Polícia de Segurança Pública, o mandato mais curto da história da instituição.
A relação entre Guedes da Silva com o atual ministro da Administração Interna foi sempre difícil, e um dos motivos para a sua exoneração terá sido o facto de não ter avisado Miguel Macedo de uma carta, subscrita por 26 dos 30 superintendentes, a denunciar a situação quase insustentável na Polícia de Segurança Pública.